Safra de cana-de-açúcar deve chegar a 53 milhões de toneladas

Aproximadamente 50,8% da safra serão utilizados na fabricação do etanol; A produção de açúcar ficará com 41,8%; Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Cruz, a maior destinação da safra para a produção de etanol vem ocorrendo em função dos incentivos fiscais ao setor; “A redução do ICMS de 19% para 14% deu maior competitividade ao etanol em relação à gasolina, e isso passa a ser uma opção para o setor sucroalcooleiro, uma vez que os estoques mundiais de açúcar estão elevados, impedindo a sua valorização nos mercados interno e externo”, explica o secretário de Agricultura, João Cruz

Aproximadamente 50,8% da safra serão utilizados na fabricação do etanol; A produção de açúcar ficará com 41,8%; Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Cruz, a maior destinação da safra para a produção de etanol vem ocorrendo em função dos incentivos fiscais ao setor; “A redução do ICMS de 19% para 14% deu maior competitividade ao etanol em relação à gasolina, e isso passa a ser uma opção para o setor sucroalcooleiro, uma vez que os estoques mundiais de açúcar estão elevados, impedindo a sua valorização nos mercados interno e externo”, explica o secretário de Agricultura, João Cruz
Aproximadamente 50,8% da safra serão utilizados na fabricação do etanol; A produção de açúcar ficará com 41,8%; Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Cruz, a maior destinação da safra para a produção de etanol vem ocorrendo em função dos incentivos fiscais ao setor; “A redução do ICMS de 19% para 14% deu maior competitividade ao etanol em relação à gasolina, e isso passa a ser uma opção para o setor sucroalcooleiro, uma vez que os estoques mundiais de açúcar estão elevados, impedindo a sua valorização nos mercados interno e externo”, explica o secretário de Agricultura, João Cruz (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Agência Minas - A produção mineira da cana-de-açúcar destinada ao setor sucroalcooleiro, na safra 2015/2016, deverá atingir 53,3 milhões de toneladas. Este volume representa 8,1% da safra nacional e coloca o estado como o terceiro produtor de cana no ranking nacional. Os dados fazem parte do 2º Levantamento de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foram analisados pela Superintendência de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Aproximadamente 50,8% da safra serão utilizados na fabricação do etanol. A produção de açúcar ficará com 41,8%. Na avaliação do secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João Cruz, a maior destinação da safra para a produção de etanol vem ocorrendo em função dos incentivos fiscais ao setor. “A redução do ICMS de 19% para 14% deu maior competitividade ao etanol em relação à gasolina, e isso passa a ser uma opção para o setor sucroalcooleiro, uma vez que os estoques mundiais de açúcar estão elevados, impedindo a sua valorização nos mercados interno e externo”, explica o secretário de Agricultura, João Cruz.

Em Minas Gerais, a produção de cana para o setor sucroalcooleiro está concentrada na região do Triângulo Mineiro, responsável por 64,5% da safra. Os principais municípios produtores são Uberaba (6,2 milhões de toneladas), Frutal (5 milhões), Santa Vitória (3,5 milhões), Conceição das Alagoas (3 milhões) e Campo Florido (2,6 milhões).

Exportação

No período de janeiro a julho de 2015, a exportação dos produtos do complexo sucroalcooleiro gerou uma renda de US$ 384,3 milhões. O valor corresponde a 8,8% do faturamento total das exportações do agronegócio mineiro, que atingiu US$ 4,3 bilhões no período. O segmento ocupa o quarto lugar na pauta mineira das exportações do agronegócio, atrás do café, soja e carnes.

Os principais países importadores da produção mineira são China (17,2%), Egito (11,1%), Arábia Saudita (7,5%) Malásia (5,4%) e um grupo formado por 37 países que, juntos, respondem por 40,9% das compras.

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