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São Paulo, com futebol ruim, é líder do Brasileiro

Equipe paulista vence o Atltico-MG por 1 a 0, gol de Casemiro, e mantm a invencibilidade no campeonato nacional

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Por Márcio Kroehn_247 – O São Paulo é um líder de campeonato esquisito. Com três vitórias em três partidas, a equipe não jogou um bom jogo sequer neste Brasileirão. Foram três conquistas sofridas e, até, injustas. Esta, contra o Atlético-MG, foi assim. O São Paulo entrou em campo com a clara proposta de jogar no contra-ataque. Quatro volantes (Rodrigo Souto, Wellington, Carlinhos Paraíba e Casemiro) e apena Lucas e Dagoberto isolados na frente. O Atlético-MG começou o jogo, então, pressionando. A equipe mineira tinha muito espaço para trabalhar a bola em seu campo de ataque e tentava empurrar os são paulinos para dentro de sua área. Mas a pressão atleticana não dava resultado. Nem para cima do juiz: a equipe pediu três pênaltis na primeira etapa. Aos 12, Magno Alves tentou uma jogada e se jogou na frente de Rodrigo Souto; aos 29, Patric, que usava e abusava da avenida na lateral esquerda tricolor, driblou três são paulinos mas preferiu se cair ao invés de chutar para o gol (a primeira impressão é que ele foi tocado); aos 46, em outra grande jogada de Patric, o zagueiro Xandão tirou praticamente de dentro do gol e, na volta, Magno Alves chutou prensado com Luiz Eduardo que, deslizando, raspou a mão na bola. Por incrível que pareça, essas foram as melhores chances do Atlético. O defensivo São Paulo foi mais perigoso. Aos 21, dois meninos formados na base são paulino colocaram a equipe na frente. Wellington avançou e tocou para Casemiro que, da meia lua, colocou no ângulo direito do goleiro Renan. Três minutos mais tarde, Dagoberto enxergou Casemiro no meio, que passou para Lucas girar na meia lua e bater. Mas a bola tocou na zaga e foi para escanteio. Aos 39 e aos 43, Lucas teve duas chances. Na primeira, uma tabela meio esquisita com Dagoberto sobrou para ele, livre, dentro da área. De frente para o goleiro, o toque fraco de direita desviou no zagueiro. Na outra oportunidade, chutou prensado com Richarlyson e a bola tocou no travessão.

O primeiro tempo tinha sido estranho demais. O time que defendia era o mais perigoso e o que atacava o que mais reclamava. Tinha lago errado com o futebol. Para o segundo tempo, o técnico Dorival Júnior colocou o jovem talento Neto Berola para empurrar, ainda mais, o São Paulo para a defesa. E funcionou. Até os 29 minutos o tricolor paulista não atacou. O Atlético pressionava, tentava e fazia a zaga são paulina chutar a bola para qualquer lado. Richarlyson, aos 20, exigiu boa defesa do goleiro Rogério Ceni. Aos 25, Leonardo Silva deu um lindo peixinho na pequena área e carimbou o travessão. Os jogadores do São Paulo pareciam muito satisfeitos com o 1 a 0, mas o técnico Paulo Cesar Carpegiani não. Ele tentou mexer com a vontade da equipe: tirou Casemiro e Lucas, colocou Bruno Uvini e Marlos; depois saiu Dagoberto e entrou William. Não deu muito certo. Os atleticanos continuavam no ataque, mas a pressão ficava no uhuuu. Em escanteios, em dribles, em todas as tentativas, os atleticanos passavam perto. Aos 43, Richarlyson chutou, Rogério rebateu e, no rebote, o goleiro mergulhou nos pés do adversário para evitar o gol – era o 100º jogo seguido de Rogério Ceni pelo tricolor. Não era o dia do Atlético. A vitória colocou o São Paulo na liderança isolada do Campeonato Brasileiro, com 9 pontos em três jogos.

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