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Sartori cobra pagamento do piso do magistério

“Não se pode iludir os educadores nem brincar com a educação. A promessa do governador Tarso Genro era de se adequar ainda em 2014, o que não aconteceu”, afirmou o candidato ao governo do RS pelo PMDB, José Ivo Sartori; “Quero acabar com o conflito entre o Poder Executivo e o magistério, que já perdura por anos”

“Não se pode iludir os educadores nem brincar com a educação. A promessa do governador Tarso Genro era de se adequar ainda em 2014, o que não aconteceu”, afirmou o candidato ao governo do RS pelo PMDB, José Ivo Sartori; “Quero acabar com o conflito entre o Poder Executivo e o magistério, que já perdura por anos” (Foto: Roberta Namour)

Sul 21 - Durante visita a nove municípios, neste fim de semana, o candidato ao governo do RS pelo PMDB, José Ivo Sartori, elevou o tom do discurso ao falar em educação. O peemedebista cobrou do governo Tarso Genro o pagamento do piso nacional do magistério, lembrando que o próprio Tarso criou o piso, em 2008, quando era ministro da Educação. Disse também que o então ministro pressionou o governo de Yeda Crusius a pagar o piso.

“Não se pode iludir os educadores nem brincar com a educação. A promessa do governador Tarso Genro era de se adequar ainda em 2014, o que não aconteceu”, afirmou. O peemedebista acrescentou que o Ensino Médio caiu em qualidade e não houve medidas de reação para recuperar os indicativos superiores de anos anteriores. “Quero acabar com o conflito entre o Poder Executivo e o magistério, que já perdura por anos. Queremos constituir um projeto de mudança de forma democrática, aberta e pluripartidária, para atender às necessidades mínimas dos professores, a partir de uma melhor gestão das finanças do Estado”, ressaltou.

Sartori reconhece que o assunto e delicado, mas afirma que ele pode ser resolvido com diálogo, responsabilidade e a participação de todos. “Partimos do princípio de que a valorização da educação é fundamental para a sociedade como um todo, com reflexos em diversas áreas, inclusive na segurança”, disse.