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Secretaria de Saúde monitora casos suspeitos de Microcefalia em Alagoas

Até o último dia 02 de novembro, foram registrados 73 casos suspeitos de microcefalia em Alagoas. Os casos são tratados como notificação compulsória desde final de novembro, quando o Ministerio da Saúde decretou estado de emergência em saúde pública nacional

Até o último dia 02 de novembro, foram registrados 73 casos suspeitos de microcefalia em Alagoas. Os casos são tratados como notificação compulsória desde final de novembro, quando o Ministerio da Saúde decretou estado de emergência em saúde pública nacional (Foto: Fatima 247)

Alagoas 247 - O surto de microcefalia que vem acontecendo principalmente em algumas cidades do Nordeste vem preocupando as autoridades da região. Em Alagoas, já preocupado com a alta estação, o Secretário de Turismo de Maceió, Jair Galvão, diz que estão sendo tomados todos os cuidados para evitar a proliferação da doença. “Os turistas que querem vim para Maceió não precisam se preocupar, estamos fazendo todos os esforços para evitar uma epidemia de microcefalia na cidade”.

Já a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) está atuando, em parceria com os municípios e maternidades, investigando os registros conforme orientação do Ministério da Saúde. Em Alagoas foram registrados, até o último dia 02 de novembro, 73 casos suspeitos de microcefalia.

 A superintendente de Vigilância em Saúde da Sesau, Cristina Rocha, disse que "o cuidado e a prevenção devem ser exercitados todos os dias. Com as ações conjuntas do poder público e da sociedade, pode-se garantir a diminuição dos casos das doenças e melhorar a saúde e bem estar de todos”. Ela destacou, ainda, que a principal ação tomada pela população é a prevenção contínua da proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Os casos suspeitos de Microcefalia notificados em Alagoas receberam status de notificação compulsória por parte das maternidades e gestões municipais desde 11 de novembro, quando foi decretado estado de emergência em saúde pública nacional por parte do Ministério da Saúde.

Cristina Rocha esclareceu que a associação entre o surto do agravo e o vírus Zika está sendo investigada pelo Ministério da Saúde. “A recomendação é que a população continue com ações preventivas contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da Zika, Dengue e Chikungunya”, destacou.

Entre as ações para combate ao mosquito estão o acumulo de água parada. “Os focos do mosquito estão geralmente em nossas próprias residências. Entre os cuidados que todos devem observar estão o fechamento de qualquer recipiente com água, remover obstáculos a passagem da água em calhas, trocar a água dos vasos de planta, observar o quintal e remover tampas de garrafa e cascas de ovo”, exemplificou Cristina.