Seduc: professores do TO têm 4º maior salário-base

Em meio à greve dos profissionais de Educação, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) divulgou nesta quinta-feira, 25, levantamento sobre o piso nacional dos professores destaca os profissionais da rede pública estadual como os que recebem o quarto maior salário-base do País; estado paga o salário-base mensal de R$ 3.582,62 para uma jornada de 40 horas semanais; o vencimento só fica atrás de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Mato Grosso; divulgação da remuneração vem em meio à greve dos professores, que já dura 20 dias

Em meio à greve dos profissionais de Educação, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) divulgou nesta quinta-feira, 25, levantamento sobre o piso nacional dos professores destaca os profissionais da rede pública estadual como os que recebem o quarto maior salário-base do País; estado paga o salário-base mensal de R$ 3.582,62 para uma jornada de 40 horas semanais; o vencimento só fica atrás de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Mato Grosso; divulgação da remuneração vem em meio à greve dos professores, que já dura 20 dias
Em meio à greve dos profissionais de Educação, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) divulgou nesta quinta-feira, 25, levantamento sobre o piso nacional dos professores destaca os profissionais da rede pública estadual como os que recebem o quarto maior salário-base do País; estado paga o salário-base mensal de R$ 3.582,62 para uma jornada de 40 horas semanais; o vencimento só fica atrás de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Mato Grosso; divulgação da remuneração vem em meio à greve dos professores, que já dura 20 dias (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - A Secretaria de Educação do Estado (Seduc) divulgou nesta quinta-feira, 25, levantamento feito pelo portal G1 sobre o piso nacional dos professores destaca os profissionais da rede pública estadual como os que recebem o quarto maior salário-base do País.

Segundo a Seduc, o Tocantins paga o q salário-base mensal de R$ 3.582,62, o que representa uma remuneração por hora de R$ 22,39. O salário pago no estado está bem acima do salário-base médio de R$ 2.711,48 pagos nos demais estados para professor com licenciatura e jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Os profissionais da Educação no Estado estão greve desde o dia 5 de junho. Entre as principais reivindicações da categoria, está o pagamento da data-base de 8,34% em parcela única, além das progressões atrasadas de 2013 e 2014 e a negociação para a de 2015.

Ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet), o governo propôs o pagamento do passivo das progressões de 2013 em seis parcelas, a partir da folha de julho, para 2.462 profissionais do magistério, totalizando o valor de R$ 6,6 milhões na folha. As progressões de 2014 serão incorporadas em duas vezes, nos meses de setembro e outubro deste ano, para 5.030 professores, e o passivo parcelado em quatro vezes, a partir de janeiro de 2016. Já as progressões de 2015 serão incorporadas e suas diferenças pagas a partir de agosto de 2016 divididas em cinco vezes. Já sobre a data-base, o projeto que o governo enviou à Assembleia prevê o pagamento da reposição da inflação em duas parcelas de 4,17%, sendo a primeira ainda em junho e a segunda em novembro. 

O maior salário está em Mato Grosso do Sul, onde os professores com licenciatura recebem o salário-base de R$ 3.994,25 pelas 40 horas semanais. Em seguida, vem o Distrito Federal, com salário de R$ 3.858,87, o Mato Grosso, que paga R$ 3.802,09, e com o quarto maior salário, o Tocantins, com R$ 3.585,62. Santa Catarina tem o menor salário-base, de R$ 1.917,78, que é o piso nacional do magistério.

De acordo com a Diretoria de Recursos Humanos da Seduc, como incentivo ao exercício da docência em sala de aula, o Tocantins destina 40% da jornada de trabalho para hora-atividade, sendo que, destas, 50% são cumpridas na unidade escolar e 50% de livre escolha do profissional da educação.

O Governo ainda irá atualizar o piso do professor no percentual de 8.34% da data-base. Quando isto ocorrer, o salário-base passa para R$ 3.881,41, o que colocaria o Estado na segunda posição no ranking elaborado pelo portal G1. "Pagamos dívidas da gestão passada e resolvemos inúmeras pendências com os professores, atendendo a reivindicações do sindicato da categoria", explicou o secretário de Estado da Educação, Adão Francisco de Oliveira.

Entre as medidas adotadas que beneficiaram os profissionais da educação, está a equiparação do salário do profissional do magistério contratado com o salário do professor efetivo em início de carreira. Desta forma, o vencimento que era de R$ 3.062,60 passou para R$ 3.582,62. "Foi um acréscimo de mais de R$ 500 nos salários desses profissionais e de mais de 1,8 milhão na folha de pagamento da educação", argumentou o secretário. A pasta ainda realizou, este ano, o pagamento do abono permanência a 697 professores, sendo que 412 referentes a aposentadorias publicadas no exercício de 2014, totalizando o valor de R$ 6,6 milhões pagos a estes profissionais.

 

 

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