Segunda linha de produção da Rnest fica para 2018

Plano de negócios apresentado pela Petrobras para o período 2015-2019 confirmou a postergação da entrada em operação do segundo trem de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; unidade, que foi inaugurada no final do ano passado, teve a implantação da segunda linha de produção, que deveria ter entrado em operação em maio deste exercício, postergada para 2018, segundo o novo cronograma

Plano de negócios apresentado pela Petrobras para o período 2015-2019 confirmou a postergação da entrada em operação do segundo trem de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; unidade, que foi inaugurada no final do ano passado, teve a implantação da segunda linha de produção, que deveria ter entrado em operação em maio deste exercício, postergada para 2018, segundo o novo cronograma
Plano de negócios apresentado pela Petrobras para o período 2015-2019 confirmou a postergação da entrada em operação do segundo trem de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco; unidade, que foi inaugurada no final do ano passado, teve a implantação da segunda linha de produção, que deveria ter entrado em operação em maio deste exercício, postergada para 2018, segundo o novo cronograma (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O plano de negócios apresentado nesta segunda-feira (29) pela Petrobras para o período 2015-2019 confirmou a postergação da entrada em operação do segundo trem de refino da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. A unidade, que foi inaugurada no final do ano passado, teve a implantação da segunda linha de produção, que deveria ter entrado em operação em maio deste exercício, postergada para 2018, segundo o novo cronograma. A estatal também deixou para 2017 o início da operação da central de utilidades do Comperj. A unidade, que inclui a geração de energia elétrica e vapor, tinha previsão de estar operando já no próximo ano.

Nos últimos meses, as obras envolvendo estas refinarias acabaram paralisadas em função das construtoras e empreiteiras contratadas para executarem os serviços terem sido citadas na Operação Lava Jato, que investiga denúncias de desvios e corrupção na estatal. De acordo com o presidente da Petrobras, Ademir Bendine, os projetos na área de refino são importantes para evitar a dependência da importação de combustíveis e não serão abandonados.

Os adiamentos das operações do Comperj e da Rnest tiveram um impacto significativo nos cortes do plano de negócios da Petrobras. Somente aí, atrasos e postergações tiveram um impacto de US$ 22 bilhões. Outros US$ 12 bilhões vieram do cancelamento dos contratos para a construção das refinarias Premium I e II. O mercado já trabalhava com a perspectiva destes cortes, muito embora eles ainda constassem do plano de negócios anteriormente trabalhado pela Petrobras.

 

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