Sem mobilização, prefeito tucano quer criar 'militância fardada' contra Lula

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, critica o prefeito Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que pediu que o Exército impeça manifestações de apoio ao ex-presidente Lula no dia 24; "Já que anda fraca a capacidade de mobilização 'coxinha', Marchezan quer forjar uma 'militância fardada' ou, pelo menos, aparecer para o país como o tiranete municipal", diz Brito; "A isso levaram nosso país e, no drama, brotam estes bobalhões como o prefeitinho pateta, à procura de um espacinho na mídia"

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, critica o prefeito Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que pediu que o Exército impeça manifestações de apoio ao ex-presidente Lula no dia 24; "Já que anda fraca a capacidade de mobilização 'coxinha', Marchezan quer forjar uma 'militância fardada' ou, pelo menos, aparecer para o país como o tiranete municipal", diz Brito; "A isso levaram nosso país e, no drama, brotam estes bobalhões como o prefeitinho pateta, à procura de um espacinho na mídia"
Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, critica o prefeito Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que pediu que o Exército impeça manifestações de apoio ao ex-presidente Lula no dia 24; "Já que anda fraca a capacidade de mobilização 'coxinha', Marchezan quer forjar uma 'militância fardada' ou, pelo menos, aparecer para o país como o tiranete municipal", diz Brito; "A isso levaram nosso país e, no drama, brotam estes bobalhões como o prefeitinho pateta, à procura de um espacinho na mídia" (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O prefeito tucano de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., conhecido apenas por fazer coreografias do hit “Despacito”, resolveu arriscar passos de uma dança mais espalhafatosa.

Mandou uma carta “factóide” a Michel Temer pedindo que a Força Nacional de Segurança e o Exército sejam mobilizados para cercar os manifestantes que vão à capital gaúcha no dia 24, quando Lula será julgado  no TRF-4.

Imbecil como é, Sua Excelência não perde oportunidade de fazer “marketing”, como seu modelo, João Doria Jr.

Já que anda fraca a capacidade de mobilização “coxinha”, Marchezan quer forjar uma “militância fardada” ou, pelo menos, aparecer para o país como o tiranete municipal.

Evidente que não há possibilidade de que se metam nesta pataquada, mas presta a elas o desserviço de criar um clima de confronto físico que não existe.

O confronto é político, porque está em jogo a decisão se o povo brasileiro vai ser livre para escolher seu presidente ou se facínoras autoritários vão decidir, num conclave de ungidos, se teremos um simulacro  de eleições, onde “os outros” disputariam o que não conseguiriam ter com uma disputa com o ex-presidente Lula.

A isso levaram nosso país e, no drama, brotam estes bobalhões como o prefeitinho pateta, à procura de um espacinho na mídia.

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