Sem recuo: Marconi vai implantar OS na educação

Na semana que passou, o governador Marconi Perillo foi contundente ao garantir que vai adotar a gestão por Organização Social no ensino público de Goiás mesmo diante das críticas de alguns grupos e sindicatos; ele sustenta a mudança no avanço conquistado com o mesmo modelo na Saúde e diz que objetivo é qualificar a educação, sem qualquer intenção de prejudicar professores e estudantes; Marconi também afirmou ser preciso alterar a relação Estado-servidor; basicamente, o governador acredita que o rendimento do funcionário tem que ser medido por meio da produtividade, assim como na iniciativa privada, e que por trás desta cobrança está a meta de melhor o serviço prestado ao cidadão

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marconi (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Na semana que passou, o governador Marconi Perillo (PSDB) deu claros sinais de que vai aprofundar as mudanças na gestão pública, continuará adotando o modelo de Organização Social (OS) e planeja alterar a relação Estado-servidor. Depois de implementar as OS na saúde é a vez de o tucano concentrar esforços na educação. A resistência por parte de alguns grupos e sindicatos é forte, mas o governador garante que o objetivo é um só: melhor o nível do ensino em Goiás.

O Jornal Opção observou o atual cenário e afirmou que Marconi não vai recuar. "Marconi Perillo avalia que a adoção do modelo de gestão por organizações sociais em nada compromete os direitos dos servidores. O tucano-chefe sublinha que os funcionários gerenciados pelas OSs das unidades de Saúde expressam sua satisfação com o novo modelo, que incentiva e valoriza ainda mais a produtividade e o resultado em benefício do cidadão".

Marconi se mantém firme neste ideal porque durante o Pacto pela Educação também sofreu críticas e resistências, mas depois os resultados chegaram com avanço na qualidade do ensino e o primeiro lugar do ranking do Ideb. A adoção do modelo por Organização Social traz consigo outro processo de mudança que gera polêmica e que Marconi também está convicto de que é preciso fazê-lo: a relação Estado-servidor.

Ao participar de mais um bate-papo com internautas, na semana passada, Marconi afirmou que é preciso rever a estabilidade do servidor. Basicamente, o governador acredita que o rendimento do funcionário tem que ser medido por meio da produtividade, assim como na iniciativa privada, e que por trás desta cobrança está a meta de melhor o serviço prestado ao cidadão.

"O tucano avalia que sua posição sobre a estabilidade do emprego público está sendo distorcida e apresentada de forma enviesada — tão-somente para insuflar os servidores contra seu governo. Marconi Perillo afirma que é preciso enfrentar os gargalos que engessam a administração pública, comprometem a devida execução dos serviços públicos e estão, portanto, na contramão do anseio da sociedade, que espera um Estado resolutivo, a favor do cidadão e promotor de serviços públicos de qualidade", diz a análise do Jornal Opção.

 

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