Sequestrador declarou voto para Dulce e Campos
O homem que fez refém um funcionário do hotel Saint Peter, em Brasília, Jack Souza Santos, de 30 anos, é morador da cidade de Combinado; ele se entregou à Polícia Civil por volta das 16 horas e não houve feridos; segundo a polícia, a arma e colete com bombas eram falsos; no dia 8 de setembro, Jack utilizou sua conta no Facebook para declarar seu voto para a candidata a deputada federal Dulce Miranda (PMDB), esposa do candidato a governador Marcelo Miranda (PMDB). "Dulce Miranda estou e estarei sempre com você. Te admiro por sua simplicidade, humildade e ética", escreveu Jack; membro do PP estadual também fez elogios ao ex-governador Eduardo Campos (PSB)
Tocantins 247 - O homem que fez refém um funcionário do hotel Saint Peter, em Brasília, Jack Souza Santos, de 30 anos, é morador da cidade de Combinado, a 543 km de Palmas. Ele se entregou à Polícia Civil por volta das 16 horas e não houve feridos. Segundo a polícia, a arma e colete com bombas eram falsos.
No dia 8 de setembro, Jack utilizou sua conta no Facebook para declarar seu voto para a candidata a deputada federal Dulce Miranda (PMDB), esposa do candidato a governador Marcelo Miranda (PMDB). "Dulce Miranda estou e estarei sempre com você. Te admiro por sua simplicidade, humildade e ética", escreveu Jack ao compartilhar uma foto da ex-primeira-dama e candidata a deputada.
Em outro post, do dia 19 de agosto, Jack Souza lamentou a morte do ex-governador de Pernambuco e candidato a presidente, Eduardo Campos, do PSB. "Eduardo Campos você não estará só em meu coração mais também no coração de cada brasileiro a sua ausência nus causa tanta dor e um imenso vazio.Perdemos uma grande oportunidade de termos um presidente digno e justo. Existe um proverbio, que quando uma bandeira cairá a certeza de que outras se erguera e por vez eu. Eduardo Campos''não desistirei do Brasil'' ''Jack Souza"", escreveu.
Filiado ao PP, Jac já foi secretário de Agricultura da cidade, de 2009 a 2012, e disputou a eleição para vereador em 2008, mas não foi eleito. Ele não é casado e mora com a mãe. Na cidade, eles têm uma propriedade rural, avaliada em R$ 60 mil, segundo declaração feita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele não tem antecedentes criminais e estaria atualmente trabalhando em uma campanha eleitoral.
Ao longo da tarde, o sequestrador não apresentou uma reivindicação clara. Disse que queria "mudar o panorama do país" e pediu a saída da presidente Dilma Rousseff. O sequestrador também pediu a aplicação da lei Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos condenados em tribunais colegiados da Justiça, o fim da reeleição no Brasil e a extradição de Cesare Batisti, (italiano acusado de assassinato na Itália que conseguiu autorização para permanecer no Brasil).