Sergio Gabrielli: política da Petrobrás é suicida

Em entrevista a Bob Fernandes, na TVE Bahia, o ex-presidente da Petrobrás Sergio Gabrielli detona a política de preços da companhia: "Essa solução que o governo encontrou de manter a política de ajustes da Petrobras, compensar a companhia com variações, com redução de impostos e ao mesmo tempo garantindo que os preços ficarão relativamente estáveis por 60 dias é uma bomba de efeito retardado"

Em entrevista a Bob Fernandes, na TVE Bahia, o ex-presidente da Petrobrás Sergio Gabrielli detona a política de preços da companhia: "Essa solução que o governo encontrou de manter a política de ajustes da Petrobras, compensar a companhia com variações, com redução de impostos e ao mesmo tempo garantindo que os preços ficarão relativamente estáveis por 60 dias é uma bomba de efeito retardado"
Em entrevista a Bob Fernandes, na TVE Bahia, o ex-presidente da Petrobrás Sergio Gabrielli detona a política de preços da companhia: "Essa solução que o governo encontrou de manter a política de ajustes da Petrobras, compensar a companhia com variações, com redução de impostos e ao mesmo tempo garantindo que os preços ficarão relativamente estáveis por 60 dias é uma bomba de efeito retardado" (Foto: Aquiles Lins)

Bahia 247 - Em entrevista a Bob Fernandes, na TVE Bahia, o ex-presidente da Petrobrás Sergio Gabrielli detona a política de preços da companhia: "Essa solução que o governo encontrou de manter a política de ajustes da Petrobras, compensar a companhia com variações, com redução de impostos e ao mesmo tempo garantindo que os preços ficarão relativamente estáveis por 60 dias é uma bomba de efeito retardado, porque se os preços subirem, os R$ 13 bilhões alocados vão subir muito mais, o que torna inviável e insustentável em termos das contas do governo. É uma política suicida do ponto de vista do futuro".

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