Servidores da Saúde terão nova proposta nesta 3ª

Secretário de Administração Geferson Oliveira recebeu nesta segunda-feira, 30, representantes dos sindicatos dos servidores da Saúde (Sintras, Simed, Seet e Sindifato); ficou definido que, levando em conta as condições financeiras e orçamentárias do Estado, uma nova proposta será apresentada à categoria nesta terça-feira, 31; negociações com os representantes dos servidores da Saúde beneficiam cerca de 6 mil servidores e terão um impacto de R$ 66 milhões, conforme permite a capacidade financeira do Estado; "O Governo do Estado não discute se é justa a pauta de reivindicações, mas a incapacidade financeira. Este Governo não age irresponsavelmente", disse Oliveira; paralisação dos servidores da Saúde nesta segunda atinge 12 hospitais de nove cidades

Secretário de Administração Geferson Oliveira recebeu nesta segunda-feira, 30, representantes dos sindicatos dos servidores da Saúde (Sintras, Simed, Seet e Sindifato); ficou definido que, levando em conta as condições financeiras e orçamentárias do Estado, uma nova proposta será apresentada à categoria nesta terça-feira, 31; negociações com os representantes dos servidores da Saúde beneficiam cerca de 6 mil servidores e terão um impacto de R$ 66 milhões, conforme permite a capacidade financeira do Estado; "O Governo do Estado não discute se é justa a pauta de reivindicações, mas a incapacidade financeira. Este Governo não age irresponsavelmente", disse Oliveira; paralisação dos servidores da Saúde nesta segunda atinge 12 hospitais de nove cidades
Secretário de Administração Geferson Oliveira recebeu nesta segunda-feira, 30, representantes dos sindicatos dos servidores da Saúde (Sintras, Simed, Seet e Sindifato); ficou definido que, levando em conta as condições financeiras e orçamentárias do Estado, uma nova proposta será apresentada à categoria nesta terça-feira, 31; negociações com os representantes dos servidores da Saúde beneficiam cerca de 6 mil servidores e terão um impacto de R$ 66 milhões, conforme permite a capacidade financeira do Estado; "O Governo do Estado não discute se é justa a pauta de reivindicações, mas a incapacidade financeira. Este Governo não age irresponsavelmente", disse Oliveira; paralisação dos servidores da Saúde nesta segunda atinge 12 hospitais de nove cidades (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - A equipe do Governo recebeu representantes dos sindicatos dos servidores da Saúde (Sintras, Simed, Seet e Sindifato), na manhã desta segunda-feira, 30, para uma nova rodada de discussões e negociações. O deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa, Paulo Mourão (PT), também participou do encontro.

Segundo informações da Secretaria de Comunicação, ficou definido que, levando em conta as condições financeiras e orçamentárias do Estado, uma nova proposta será apresentada à categoria nesta terça-feira, 31. As negociações com os representantes dos servidores da Saúde beneficiam cerca de 6 mil servidores e terão um impacto de R$ 66 milhões, conforme permite a capacidade financeira do Estado.

O secretário da Administração, Geferson de Oliveira, frisou que o impacto efetivo das dívidas deixadas pelo governo anterior com os servidores da Saúde é de R$ 116 milhões e destacou a responsabilidade da atual gestão. "O Governo do Estado não discute se é justa a pauta de reivindicações, mas a incapacidade financeira. Este Governo não age irresponsavelmente", reiterou.

Dentre as medidas adotadas pelo governo na área da Saúde, a atual gestão reforçou o número de profissionais especialistas para a realização das cirurgias ortopédicas no Hospital Geral de Palmas (HGP), mantendo a média de nove procedimentos cirúrgicos por dia e 722 no total nestes primeiros meses de gestão.

Greve

A paralisação desta segunda-feira, 30, dos servidores da Saúde está concentrada em 12 hospitais de nove cidades: Palmas, Gurupi, Paraíso, Araguaína, Guaraí, Miracema, Porto Nacional, Dianópolis e Arraias. Apenas serviços de urgência e emergência estão sendo realizados. 

Os sindicatos decidiram em assembleia conjunta promover paralisação na segunda-feira, 30, e greve geral a partir do dia 6 de abril, caso o Estado não apresente programação de pagamento que atenda às reivindicações da categoria. As entidades não aceitaram o que foi proposto pelo governo para quitar progressões de 2014 e 2015, adicional noturno e de insalubridade, e apresentaram contraproposta. 

Os servidores da saúde cobram a inclusão de progressões concedidas em 2014 na folha de abril de 2015; pagamento das parcelas retroativas das progressões a partir de maio de 2015, divididas em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos, e em oito vezes quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.

Quanto aos retroativos do adicional noturno a categoria quer receber a partir de maio de 2015 divididas em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos, e, em oito vezes quem tem a receber acima de quatro salários mínimos.

Em relação ao pagamento dos retroativos do adicional de insalubridade, a categoria sugere se inicie em maio de 2015, divididos em até quatro parcelas para quem tem a receber até quatro salários mínimos. A partir de setembro de 2015 divididos em seis vezes para quem tem a receber acima de quatro salários mínimos. (Com informações da Secom)

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