Servidores federais no TO paralisam atividades
Servidores públicos de diversos órgãos federais no Tocantins paralisam as atividades com indicativo de greve nesta segunda-feira, 27; paralisação acompanham movimento nacional e deve atingir órgãos como Funai, Ministério da Agricultura, Dnit, Valec, SPU, entre outros; os servidores se concentram para a manifestação da greve em frente ao Incra, de onde seguem em carreata até o Ministério do Trabalho (MTE) e finalizam o ato na Fundação Nacional de Saúde (Funasa); uma das principais revindicações é a adequação salarial com as perdas geradas pela inflação
Tocantins 247 - Servidores públicos de diversos órgãos federais no Tocantins paralisam as atividades com indicativo de greve nesta segunda-feira, 27.
Entre os órgãos que deverão ter serviços prejudicados pela paralisação estão a Fundação Nacional do Índio (Funai), do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que já está em greve.
Os servidores se concentram para a manifestação da greve em frente ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), de onde seguem em carreata até o Ministério do Trabalho (MTE) e finalizam o ato na Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Uma das principais reivindicações dos servidores federais é a adequação salarial ao aumento da inflação. "A preocupação é que a categoria continue amargando perdas salariais, que no acumulado chegam a mais de 40%, o que na prática significa redução dos salários do funcionalismo federal", afirmou o representante do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado do Tocantins (Sintsep-TO), Flávio Mota.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) já fez um comunicado aos órgãos federais informando da decisão da categoria. Segundo o Sintsep-TO, a decisão de greve só se reverte caso o governo apresente proposta formal levando em conta o conjunto de demandas apresentadas, sem condicionar o processo de negociações a apenas um item em debate.