Servidores ocupam secretaria de Gestão

Durante as manifestações do Dia Nacional de Luta, servidores públicos de Alagoas ocuparam o prédio da secretaria Estadual de Gestão Pública. Lideranças do sindicato da Educação reivindicam o pagamento de progressões e o fim da isenção fiscal concedido aos usineiros. Já o Sindicato dos policiais Civis de Alagoas (Sindpol) pede a implantação do PCCS e melhorias estruturais nas delegacias do Estado. Apesar das pautas específicas de cada categoria, os servidores possuem uma pauta em comum, que cobra investimentos do governo em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

Servidores ocupam secretaria de Gestão
Servidores ocupam secretaria de Gestão

Alagoas247 - Servidores de diversas áreas ocuparam, na manhã desta quinta-feira (11), a sede da Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp) para cobrar um posicionamento do secretário Alexandre Lages a respeito das reivindicações das categorias, que cobram, entre outras coisas, reajuste salarial e implantação do Plano de Cargos Carreira e Salários (PCCS). 

Trabalhadores das áreas da saúde e educação, além de servidores das polícias civil e federal, pedem um encontro com o gestor da pasta. De lá, o grupo segue em caminhada para a Praça Centenário, no bairro do Farol, onde acontecerá a concentração para o grande ato que promete tomar as ruas da capital à tarde.

 De acordo com Girlene Lázaro, do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), entre as reivindicações dos servidores da pasta estão o pagamento de pendências com progressões do magistério e o fim da isenção fiscal concedida pelo Estado aos usineiros. 

Por conta da mobilização da categoria, as aulas nas redes pública estadual e municipal estão suspensas durante todo o dia. Alunos, servidores e professores foram convocados para participar do protesto desta quinta-feira. 

O professor da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), Washington Viana, que participou da ocupação da Segesp nesta manhã, ressaltou que o governo do Estado não cumpriu o acordo feito com a categoria após a greve que teve duração de seis meses. “Depois que a greve foi finalizada, não houve avanço nas negociações. O governo prometeu concurso público para servidores efetivos e o realinhamento salarial dos técnicos da universidade, e nada foi feito até agora”, afirmou. 

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Josimar Melo, disse que a categoria pede a implantação do PCCS e melhorias estruturais nas delegacias do Estado, que se encontram hoje em uma situação precária. 

Apesar das pautas específicas de cada categoria, os servidores possuem uma pauta em comum, que cobra investimentos do governo em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

Com gazetaweb.com

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