Servidores pediam propina para não fiscalizar indústrias do leite no RS

A PF a Operação Pasteur, que cumpriu 16 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Federal de Lajeado, do Centro-Leste do Rio Grande do Sul; o objetivo dos policiais é apurar a possível prática de corrupção por servidores do Ministério da Agricultura encarregados de fiscalizar as indústrias de leite; os fiscais cobravam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil por mês para não denunciar o esquema; em alguns casos, segundo a PF, chegaram a cobrar 13° salário de certas empresas

A PF a Operação Pasteur, que cumpriu 16 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Federal de Lajeado, do Centro-Leste do Rio Grande do Sul; o objetivo dos policiais é apurar a possível prática de corrupção por servidores do Ministério da Agricultura encarregados de fiscalizar as indústrias de leite; os fiscais cobravam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil por mês para não denunciar o esquema; em alguns casos, segundo a PF, chegaram a cobrar 13° salário de certas empresas
A PF a Operação Pasteur, que cumpriu 16 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Federal de Lajeado, do Centro-Leste do Rio Grande do Sul; o objetivo dos policiais é apurar a possível prática de corrupção por servidores do Ministério da Agricultura encarregados de fiscalizar as indústrias de leite; os fiscais cobravam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil por mês para não denunciar o esquema; em alguns casos, segundo a PF, chegaram a cobrar 13° salário de certas empresas (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio Grande do Sul 247 - A Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (17), a Operação Pasteur, que cumpriu 16 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Federal de Lajeado, município do Centro-Leste do Rio Grande do Sul. O objetivo dos policiais é apurar a possível prática de corrupção por servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) encarregados de fiscalizar as indústrias de leite. Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva, 11 de busca e apreensão e quatro cautelares de afastamento da função pública.

Segundo as investigações da PF, cinco servidores cobrariam propina em indústrias do Vale do Taquari. Alguns funcionários já praticavam o suborno há pelo menos 20 anos. Os fiscais cobravam entre R$ 3 mil e R$ 5 mil por mês para não denunciar o esquema. Em alguns casos, segundo a PF, chegaram a cobrar 13° salário de certas empresas.

Em nota, o Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuário (Anffa Sindical), disse que, entre os denunciados, "apenas um é fiscal federal agropecuário". A entidade afirmou que "o mais importante, neste momento, é descolar esta prática, que é isolada, da fraude do leite que vem sendo investigada pelo Ministério Público, com o apoio diligente de Fiscais Federais Agropecuários".

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