Setor público fecha 15 mil empregos em Goiás

Levantamento do Instituto Mauro Borges de Estatísticas, com base nos dados de 2012 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho, constatou avanço na geração no tipo de emprego que requer maior grau de instrução e ainda, o crescimento generalizado do emprego em todas as faixas etárias; emprego cresceu em todos os setores, exceto no setor público, que fechou 15.361 vagas, uma perda de 28,39%

Levantamento do Instituto Mauro Borges de Estatísticas, com base nos dados de 2012 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho, constatou avanço na geração no tipo de emprego que requer maior grau de instrução e ainda, o crescimento generalizado do emprego em todas as faixas etárias; emprego cresceu em todos os setores, exceto no setor público, que fechou 15.361 vagas, uma perda de 28,39%
Levantamento do Instituto Mauro Borges de Estatísticas, com base nos dados de 2012 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho, constatou avanço na geração no tipo de emprego que requer maior grau de instrução e ainda, o crescimento generalizado do emprego em todas as faixas etárias; emprego cresceu em todos os setores, exceto no setor público, que fechou 15.361 vagas, uma perda de 28,39% (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás247_ O Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socieconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan) elaborou estudo que apresenta os principais resultados do comportamento do emprego formal e da remuneração média em Goiás entre os anos de 2010 e 2012, com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego.

A Rais 2012 apontou o crescimento no nível de emprego em todos os setores econômicos, exceto na administração pública, que sofreu a perda de 15.361 empregos (-28,39%). Em relação às microrregiões goianas, os dados revelaram que houve expansão em 10 das 18 microrregiões e, em termos relativos, destacaram-se as microrregiões de Iporá (10,7%), Anápolis (7,92%) e Vale do Rio dos Bois (4,66%).

O estudo abrange todos os vínculos de emprego formais (celetistas, estatutários, temporários e avulsos, entre outros), desagregados em nível setorial, geográfico, segundo gênero, grau de instrução e porte dos estabelecimentos. O objetivo é monitorar a evolução desses indicadores no Estado.

Os resultados da análise mostraram que o dinamismo que Goiás tem experimentado na produção de bens e serviços, nos últimos anos, tem proporcionado a elevação na geração do emprego e da renda. Em 2012, foram gerados 54.111 empregos, o que significa uma expansão de 3,91% em relação a 2011. Esse resultado, embora bastante favorável, assinalou uma perda de dinamismo em relação ao que foi observado no ano anterior. Por outro lado, ainda foi superior à taxa registrada na média brasileira (2,48%).

O estudo constatou ainda avanço na geração no tipo de emprego que requer maior grau de instrução e ainda, o crescimento generalizado do emprego em todas as faixas etárias. Entretanto, o grande destaque ficou para as faixas extremas (até 18 anos e acima de 65), fato que evidencia um momento diferenciado no mercado de trabalho.

Os principais dados sobre remuneração mostraram que houve aumento real de 4,68% no rendimento médio dos trabalhadores em Goiás em relação ao ano de 2011, resultado que foi superior à média nacional, e ainda, a tendência de diminuição da diferença de rendimento entre homens e mulheres.

A Rais, em razão da multiplicidade de informações de interesse social, possui enorme potencial como fonte de dados capazes de subsidiar os diagnósticos e fundamentar as políticas públicas de emprego e renda, possibilitando aos gestores delinearem, com maior precisão, ações que reduzam as disparidades sociais e regionais.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do estudo.

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