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Shineray pode ir para o Amazonas

 Com o aumento da alíquota do IPI para motocicletas com até 250 cilindradas, a Shineray poderá desistir de sua fábrica em Suape e migrar para a Zona Franca de Manaus; Estado de Pernambuco pleiteia incentivos junto ao Governo Federal

Shineray pode ir para o Amazonas (Foto: Divulgação)
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Raphael Coutinho _PE247

– A fabricante de motocicletas Shineray está repensando a instalação de sua montadora em Pernambuco. A justificativa é o impacto negativo que o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos de até 250 cilindradas (cc) nas contas da empresa. Por isso, a possibilidade de migração para a Zona Franca de Manaus começou a ser estudada, mesmo com as obras de terraplanagem em Suape, no Cabo de Santo Agostinho (PE), quase concluídas. O investimento total é de R$ 130 milhões.

A medida entrou em vigor desde o último dia 1º de setembro. A Shineray, no entanto, já revelou que é impossível a sobrevivência de uma fábrica no País sem ser na Zona Franca de Manaus, caso a situação não seja revista. Com o valor do IPI, o custo do produto, segundo a montadora, deverá se elevar em 30%. O Governo de Pernambuco, entretanto, já entrou em contato com Governo Federal para que a Shineray atue em condições igualitárias.

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A moto mais popular comercializada pela Shineray, a Phoenix 50 cc, teve um reajuste do IPI de 15% para 35%. Já os modelos acima de 50 cc passaram de 25% para 35%. A medida vale para todo o País, menos para a Zona Franca de Manaus. No entanto, mesmo após o anúncio dos reajustes do IPI, a montadora afirmou que manteria os investimentos no Estado, o que a tornaria a única unidade fora da Zona Franca.

Para o diretor da Shineray, Paulo Perez, a ação é uma medida direcionada. “Somos a única montadora de motos fora da Zona Franca de Manaus e também somos a única marca atingida por uma medida nacional. Vamos aguardar uma sinalização do Governo Federal até o próximo mês”, reclamou, em entrevista à Folha de Pernambuco. Caso mantenha a decisão, a fábrica pernambucana deverá estar pronta em 2013, produzindo cerca de 150 veículos por mês, gerando 600 empregos diretos.

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