Sisepe: governo precisa de credibilidade com prestadores do Plansaúde

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, entende que o governo estadual não pode mudar o modelo do Plano de Assistência ao Servidor (Plansaúde) sem restabelecer a credibilidade com os prestadores de serviços, “porque o grande problema hoje do Plansaúde não é caixa, não é questão de falta de arrecadação. O problema do Plansaúde é a falta de repasse, nem a parte do servidor ele [governo] passa, ou seja, uma apropriação indébita”; o atendimento foi novamente suspenso por falta de repasse

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, entende que o governo estadual não pode mudar o modelo do Plano de Assistência ao Servidor (Plansaúde) sem restabelecer a credibilidade com os prestadores de serviços, “porque o grande problema hoje do Plansaúde não é caixa, não é questão de falta de arrecadação. O problema do Plansaúde é a falta de repasse, nem a parte do servidor ele [governo] passa, ou seja, uma apropriação indébita”; o atendimento foi novamente suspenso por falta de repasse
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, entende que o governo estadual não pode mudar o modelo do Plano de Assistência ao Servidor (Plansaúde) sem restabelecer a credibilidade com os prestadores de serviços, “porque o grande problema hoje do Plansaúde não é caixa, não é questão de falta de arrecadação. O problema do Plansaúde é a falta de repasse, nem a parte do servidor ele [governo] passa, ou seja, uma apropriação indébita”; o atendimento foi novamente suspenso por falta de repasse (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (Sisepe), Cleiton Pinheiro, entende que o governo estadual não pode mudar o modelo do Plano de Assistência ao Servidor (Plansaúde) sem restabelecer a credibilidade com os prestadores de serviços. O atendimento foi novamente suspenso desde a quarta-feira (4) por falta de repasse. 

“Se o governo não fizer a sua parte, que é restabelecer a credibilidade com o repasse mensal, não adianta mudar a forma do Plansaúde. Porque o grande problema hoje do Plansaúde não é caixa, não é questão de falta de arrecadação. O problema do Plansaúde é a falta de repasse, nem a parte do servidor ele [governo] passa, ou seja, uma apropriação indébita”, afirmou ele ao site do Cleber Toledo.

De acordo com o sindicalista, o cancelamento das reuniões impede o avanço da discussão sobre a reestruturação do plano. “O governo vem enrolando com relação a comissão de reestruturação do Plansaúde. A gente faz parte dessa comissão e o governo tem, rotineiramente, marcado e desmarcado reuniões e isso tem afetado o encaminhamento para que se possa trabalhar”, complementou.

Cleiton afirmou que o governo não apresentou o modelo que pretende adotar, mas o presidente do Sisepe adiantou que não acha necessário dividir os custos meio a meio. Atualmente, o governo do Tocantins diz que está pagando 67% do Plansaúde. “É preciso ajustar alguns detalhes na contribuição do servidor, mas um ajuste que seja dentro da realidade”, avaliou.

Em nota, a Secretária Estadual de Administração (Secad) disse que a Comissão de Reestruturação do Plansaúde se reúne “periodicamente para dar prosseguimento ao estudo que busca equilibrar as compras e preços; a qualidade dos produtos adquiridos; dos serviços prestados e estabelecer parâmetros na relação entre a unidade gestora do Plansaúde, operadora e os prestadores de serviços médicos credenciados”.

A pasta citou a realização do Seminário do Plansaúde que, segundo ela, trouxe uma nova perspectiva na busca do equilíbrio financeiro, “através da análise de novos formatos para o plano”.

De acordo com a Secad, o próximo passo será a contratação de uma empresa com o objetivo de operacionalizar o plano de reestruturação adotando um novo sistema de protocolo de pagamentos.


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