Skaf: depoimentos são problema do governo

Presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf não quis comentar as citações de seu nome no depoimento de Marcelo Odebrecht no TSE; segundo o ex-presidente da empreiteira, Skaf teria pedido R$ 6 milhões em doação da Odebrecht para sua campanha em 2014; questionado sobre o assunto, o presidente da Fiesp afirmou: “Problema do governo é do governo, cada um com seus problemas. A minha preocupação é ajudar para que o País retome o crescimento econômico”

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fala à imprensa depois de audiência com o presidente do Senado, Renan Calheiros, no Congresso Nacional (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fala à imprensa depois de audiência com o presidente do Senado, Renan Calheiros, no Congresso Nacional (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf não quis comentar as citações de seu nome no depoimento de Marcelo Odebrecht no TSE. Ao ser questionado sobre as oitivas dos delatores da na Justiça Eleitoral no processo que julga a chapa Dilma-Temer, vitoriosa na eleição de 2014, Skaf afirmou: “Problema do governo é do governo, cada um com seus problemas. A minha preocupação é ajudar para que o País retome o crescimento econômico”. Skaf disse a jornalistas que os impactos políticos causados pelas delações e denúncias de irregularidades em campanhas de 2014 não devem superar a busca pela retomada do crescimento da economia.

As informações são de reportagem de Daniel Weterman no Estado de S.Paulo.

"Filiado ao PMDB e candidato ao governo do Estado na campanha daquele ano, Skaf teria pedido R$ 6 milhões em doação da Odebrecht para a campanha, conforme relato de Marcelo Odebrecht ao TSE. O dinheiro teria sido acertado como parte de uma doação de R$ 10 milhões acordada entre a empresa e o PMDB, presidido na época pelo então candidato a vice-presidente Michel Temer.

Na semana passada, Skaf divulgou uma nota dizendo que todas as doações recebidas pela campanha ao governo de São Paulo estão devidamente registradas na Justiça Eleitoral. Afirmou ainda que nunca pediu e nem autorizou ninguém a solicitar qualquer contribuição de campanha que não as regularmente declaradas."

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