Skaf diz que entrou na política 'para não ficar reclamando'

Presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e candidato derrotado ao Governo de São Paulo nas últimas eleições, Paulo Skaf disse que se envolve com política "desde o tempo do colégio" e que seu interesse se deve a uma razão simples: "Não adianta ficar reclamando, por isso quis tentar fazer alguma coisa diferente", afirmou; em entrevista ao Jô, ele acrescentou que, "lamentavelmente", os "maus políticos" se confundem com a "arte da política", que é uma coisa "fantástica"

Presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e candidato derrotado ao Governo de São Paulo nas últimas eleições, Paulo Skaf disse que se envolve com política "desde o tempo do colégio" e que seu interesse se deve a uma razão simples: "Não adianta ficar reclamando, por isso quis tentar fazer alguma coisa diferente", afirmou; em entrevista ao Jô, ele acrescentou que, "lamentavelmente", os "maus políticos" se confundem com a "arte da política", que é uma coisa "fantástica"
Presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e candidato derrotado ao Governo de São Paulo nas últimas eleições, Paulo Skaf disse que se envolve com política "desde o tempo do colégio" e que seu interesse se deve a uma razão simples: "Não adianta ficar reclamando, por isso quis tentar fazer alguma coisa diferente", afirmou; em entrevista ao Jô, ele acrescentou que, "lamentavelmente", os "maus políticos" se confundem com a "arte da política", que é uma coisa "fantástica" (Foto: Paulo Emílio)

SP 247 – O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e candidato derrotado ao governo paulista pelo PMDB no ano passado, Paulo Skaf, disse que seu ingresso na vida política "para não ficar reclamando".

A declaração foi feita em entrevista ao programa do Jô, na noite desta terça-feira 23. Segundo ele, esta paixão pela política começou ainda na adolescência. "Desde o tempo de colégio, eu sempre me candidatei a representante de classe e presidente de grêmio. Essa é uma coisa que eu sempre goste", disse.

Segundo ele, como presidente da Fiesp, do Cesi, do Senai, "foi brotando de novo o que já estava no meu coração desde moleque". "A gente fica tão contrariado como as coisas funcionam, ou como não funcionam, que chega um momento que você... não adianta ficar reclamando, você tem que ir. Foi aí que pensei: vou tentar fazer diferente. E me filiei pela primeira vez num partido político", contou.

Para o empresário, a política é uma maneira de servir à população e a derrota eleitoral no último pleito não resultou em frustrações. Ele agradeceu a população de São Paulo por ter tido quase cinco milhões de votos, sendo o segundo mais votado – perdeu para o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que disputava a reeleição.

Skaf disse ainda que, "lamentavelmente", principalmente no atual momento, os "maus políticos" se confundem com a "arte da política", que é uma coisa "fantástica".

Confira aqui a íntegra da entrevista.

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