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Skaf escolhe foco da guerra com Alckmin: a água

Sob o título “Água: São Paulo corre perigo”, a Fiesp inicia nova campanha, em parceria com a S.O.S Mata Atlântica, para convidar paulistanos a debater com especialistas e autoridades principais questões relacionadas ao tema; a falta de chuva e o calor neste início de ano têm feito o nível do reservatório do Sistema Cantareira acumular recordes negativos; ainda que o governo tenha descartado risco de racionamento com ações de redistribuição, água vira arma política do candidato do PMDB contra a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin 

Sob o título “Água: São Paulo corre perigo”, a Fiesp inicia nova campanha, em parceria com a S.O.S Mata Atlântica, para convidar paulistanos a debater com especialistas e autoridades principais questões relacionadas ao tema; a falta de chuva e o calor neste início de ano têm feito o nível do reservatório do Sistema Cantareira acumular recordes negativos; ainda que o governo tenha descartado risco de racionamento com ações de redistribuição, água vira arma política do candidato do PMDB contra a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Ainda que a Justiça tenha impedido aparições de Paulo Skaf em propagandas da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), nova ação da instituição deixa claro intenções políticas de seu presidente e também candidato do PMDB ao governo de São Paulo.

Sob o título “Agua: São Paulo corre perigo”, a Fiesp, em parceria com a S.O.S Mata Atlântica, convida paulistanos para debater com especialistas e autoridades principais questões relacionadas ao tema: qualidade da agua que consumimos, enchentes, abastecimentos e escassez.

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No último final de semana, o volume de água armazenado no Sistema Cantareira chegou a 15,2%, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A falta de chuva e o calor neste início de ano têm feito o nível do reservatório acumular recordes negativos. Desde o dia 9, o armazenamento vem caindo progressivamente, cerca de 0,1 ponto percentual por dia. A situação é a pior desde que o sistema foi criado, na década de 1970.

Nesse contexto, Skaf escolhe o foco da guerra contra a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin. Após descartar racionamento, o governo paulista informou que reduziria a captação de água do Sistema Cantareira, conforme orientação da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica.

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Para minimizar o impacto no fornecimento de água, o governo também adotou a campanha de estímulo à redução de consumo, com desconto de 20% na tarifa a quem economizar 30% no gasto mensal da água. Além disso, foi contratado o serviço de semeadura de nuvens para provocar chuvas na região das represas que alimentam o sistema e, dentro de 60 dias, deve entrar em operação o bombeamento da água que fica em pontos mais profundos, considerada de reserva estratégica.

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