Só uma empresa apresentou proposta para o metrô

A única empresa a manifestar interesse em construir a Linha 2 (Salvador-Lauro de Freitas) e operar as linhas 1 e 2 foi Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido; recebimento de envelopes foi feito ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo; desistiram de fazer uma oferta os consórcios liderados por Invepar (em parceria com Odebrecht), Queiroz Galvão e UTC Participações; Governo da Bahia ofereceu a concessão por 30 anos, sendo que três anos e meio estão reservados para as obras civis - a serem lideradas pela iniciativa privada

A única empresa a manifestar interesse em construir a Linha 2 (Salvador-Lauro de Freitas) e operar as linhas 1 e 2 foi Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido; recebimento de envelopes foi feito ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo; desistiram de fazer uma oferta os consórcios liderados por Invepar (em parceria com Odebrecht), Queiroz Galvão e UTC Participações; Governo da Bahia ofereceu a concessão por 30 anos, sendo que três anos e meio estão reservados para as obras civis - a serem lideradas pela iniciativa privada
A única empresa a manifestar interesse em construir a Linha 2 (Salvador-Lauro de Freitas) e operar as linhas 1 e 2 foi Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido; recebimento de envelopes foi feito ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo; desistiram de fazer uma oferta os consórcios liderados por Invepar (em parceria com Odebrecht), Queiroz Galvão e UTC Participações; Governo da Bahia ofereceu a concessão por 30 anos, sendo que três anos e meio estão reservados para as obras civis - a serem lideradas pela iniciativa privada (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247

A licitação do metro de Salvador não vai ter concorrência. A única empresa a manifestar interesse em construir a Linha 2 (Salvador-Lauro de Freitas) e operar as linhas 1 e 2 foi Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido.

O recebimento de envelopes foi feito ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo. Desistiram de fazer uma oferta os consórcios liderados por Invepar (em parceria com Odebrecht), Queiroz Galvão e UTC Participações.

A CPC tinha demonstrado forte interesse no projeto, considerado de menor complexidade. A maior vantagem é que o risco da obra é considerado baixo. Além disso, a empresa tem dedicado maior atenção nos últimos tempos a projetos alternativos às rodovias, já que as estradas atraem hoje muitos concorrentes e, por isso, acabam com rentabilidade menor, segundo matéria do jornal Valor Econômico.

O Governo da Bahia ofereceu a concessão por 30 anos, sendo que três anos e meio estão reservados para as obras civis - a serem lideradas pela iniciativa privada. O governo fez as primeiras análises sobre a documentação e, pelo cronograma original, fará a abertura dos envelopes amanhã.

Os investimentos totais previstos são de R$ 3,6 bilhões em modelo de parceria público-privada (PPP), montante que terá participação do vencedor, da União, do Estado e financiamento de bancos públicos. A taxa interna de retorno (TIR) calculada pelo governo é de 8% (embora cada concorrente tenha seu próprio cálculo).

A licitação acontece depois de investigações sobre uma licitação anterior feita para as obras da Linha 1 do metrô de Salvador, cujo percurso de 12 quilômetros é dividido em dois trechos (Estação da Lapa-Acesso Norte e Estação Pirajá-Cajazeiras) e está em construção há 14 anos ao custo declarado de R$ 1,2 bilhão.

A concorrência havia sido feita pela Prefeitura de Salvador em 1999 e o contrato foi firmado em 2000. Mas as obras não foram concluídas. Agora, o governo estadual assumiu o projeto para realizar a licitação em um modelo de parceria público-privada (PPP).

Segundo informações do Ministério Público Federal (MPF), uma ação de improbidade administrativa foi ajuizada em janeiro de 2010 por supostas irregularidades no processo licitatório e na execução das obras. As investigações citavam justamente duas controladoras da CCR, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez - além da companhia alemã Siemens. As três companhias integravam o consórcio responsável pelas obras.

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