Só verdadeira reforma política tira Brasil do fundo do poço, diz presidente da OAB/SE

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade, defendeu a realização de uma ampla e verdadeira reforma política democrática, que dê efetividade a democracia e fortaleça a participação cidadã no processo político brasileiro; para ele, é necessário fortalecer com seriedade os programas políticos partidários e propor mecanismos mais eficientes para que o povo seja ouvido através da democracia direta

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade, defendeu a realização de uma ampla e verdadeira reforma política democrática, que dê efetividade a democracia e fortaleça a participação cidadã no processo político brasileiro; para ele, é necessário fortalecer com seriedade os programas políticos partidários e propor mecanismos mais eficientes para que o povo seja ouvido através da democracia direta
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade, defendeu a realização de uma ampla e verdadeira reforma política democrática, que dê efetividade a democracia e fortaleça a participação cidadã no processo político brasileiro; para ele, é necessário fortalecer com seriedade os programas políticos partidários e propor mecanismos mais eficientes para que o povo seja ouvido através da democracia direta (Foto: Valter Lima)

Sergipe 247 - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), Henri Clay Andrade, defendeu a realização de uma ampla e verdadeira reforma política democrática, que dê efetividade a democracia e fortaleça a participação cidadã no processo político brasileiro.

Para Henri Clay, é necessário fortalecer com seriedade os programas políticos partidários e propor mecanismos mais eficientes para que o povo seja ouvido através da democracia direta. “Um país que tem medo de debater e de ouvir o povo não é democrático, é uma falácia. Isso precisa ser rompido para dar efetividade à participação cidadã no processo político do Brasil”, disse ele durante a posse da Comissão de Direito Eleitoral para Reforma Política da entidade, que ocorreu na noite desta terça-feira (29).

Em seu discurso, o presidente da Ordem defendeu ainda que atualmente, diante de uma crise política sem precedentes, a reforma é uma medida urgente e imprescindível. “Nós ainda temos uma democracia e uma cidadania incipientes. Estamos no fundo do poço e podemos dar um salto de qualidade que só é possível através da reforma política”, asseverou Henri Clay.

Na solenidade de posse, o presidente da Comissão de Direito Eleitoral para Reforma Política, Gustavo de Andrade Santos, afirmou que a Ordem se posiciona mais uma vez nas trincheiras da cidadania. Para ele, “a Comissão é reflexo da sensibilidade política da gestão de construir uma equipe cujos frutos certamente escaparão às fronteiras da entidade e do Estado”.

Em sua fala, Gustavo ponderou que a reforma requer, antes de tudo, o reconhecimento do atual sistema político a fim de que aquilo que não funciona e que pertence a estruturação atual não contamine futuras opções. “Partir simplesmente para a reconfiguração de um sistema facialmente dilacerado pode tornar ineficaz o resultado que se pretende alcançar”.

Dessa forma, além de estudar e de elaborar propostas para uma reforma política ampla, verdadeira e democrática, a Comissão de Direito Eleitoral, tendo como vice-presidente a advogada, Juliana Oliveira Barreto, e como secretário-geral o advogado, Jefferson Feitoza de Carvalho Filho, tem o propósito de rediscutir o atual modelo de todo o sistema político do país.

“É através da política que a sociedade pode solucionar suas contradições. Se não possuímos educação, saúde, segurança pública, sistema tributário e distribuição de renda absolutamente eficientes e democráticos significa que o nosso sistema político de representação está falido e precisa ser profundamente configurado ou urgentemente substituído”, defende Gustavo.

Na ocasião, o advogado militante, Alvino Filho, relembrou as finalidades precípuas e a natureza jurídica da Ordem e as diretrizes que deverão sempre ser lembradas no desenvolvimento dos trabalhos da Comissão. Para ele, a equipe deve ter como norte a democracia participativa, entendendo que a participação do cidadão no sistema não pode se limitar apenas no voto.

A Comissão é composta por:

DIRETORIA:

Presidente: Gustavo de Andrade Santos

Vice-presidente: Julliana Oliveira Barreto

Secretário Geral: Jefferson Feitoza de Carvalho Filho

MEMBROS:

1) Airton Oliveira de Andrade

2) Ana Maria de Menezes

3) Evandro da Silva Galdino

4) Ewerton Vinícius de Oliveira e Souza

5) Itamar Marques Amaral Junior

6) Jorge Araújo Filho

7) Maurício Soares de Sousa Nogueira

8) Melina Neila de Oliveira Tavares

9) Rodrigo Santos de Araújo

10) Rogério Carvalho Raimundo

11) Saulo Aragão Santana

12) Wesley Araújo Cardoso

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