Sol, Hip hop e reggae no primeiro dia do SWU

Graves pesados marcaram presena no primeiro dia do festival em Paulnia, So Paulo; destaques do primeiro dia foram Marcelo D2 e Black Eyed Peas

Sol, Hip hop e reggae no primeiro dia do SWU
Sol, Hip hop e reggae no primeiro dia do SWU (Foto: ERNESTO RODRIGUES/AGÊNCIA ESTADO)
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Lucas Reginato_247 - Sob sol forte, cerca de 60 mil pessoas acompanharam em Paulínia (SP) o primeiro dia do SWU, marcado por batidas de hip hop e reggae. Os portões foram abertos ao meio dia e o público foi aos poucos chegando para assistir às atrações nos quatro palcos diferentes. Quem abriu as atividades no palco principal foi Emicida, que levantou uma pista ainda não muito cheia com setlist recheado de clássicos do Rap Nacional, como “Fogo na Bomba” e “Tic Tac”, misturados com improvisos, sua especialidade.

A organização se mostrou competente e apenas alguns minutos separavam uma apresentação da outra. Era o tempo para o público se deslocar, já que os palcos principais ficavam frente a frente. Michael Franti tocou enquanto muita gente estava no palco menor para assistir aos paranaenses do Copacabana Club.

Um fiel público já estava a postos, naquele momento, para a apresentação do reggae de SOJA. Recheado por sons de metais, o grupo não desapontou e fez um concerto dançante. O ponto alto da tarde, no entanto, foi Marcelo D2, que cativou a plateia com apresentações de grandes sucessos da sua carreira, como “Loadeando” (com participação de seu filho Stefan), “Maldição do Samba” e “À Procura da Batida Perfeita”.

Já anoitecia quando Damian Marley usou o sobrenome para cativar com hits do pai como ““Get up stand up” e “is this love?”, dando ao público o que este queria. A grande surpresa da noite ficou por conta de Snoop Dogg, que, após ser acompanhado por uma grande banda durante o show, terminou sua apresentação com a música “Minha Fantasia”, do Só Para Contrariar – grupo de pagode com nome compatível à atitude do astro americano.

Keanye West começou a transição do rap mais puro para as batidas eletrônicas. Com efeitos especiais, fez o contraponto à malandragem de Snoop Dogg cantando com paixão as letras de seu álbum “Heartbreaker”. Deixou o palco após duas horas, quando o público já começava a ficar mais ansioso para a grande atração da noite.

Black Eyed Peas entrou e já levantou a plateia que não demonstrava as dez horas de festa já passadas. Cantou músicas de seu CD mais recente e hits do passado. Will.i.am ainda fez questão de atuar como DJ, com sucessos atuais da música eletrônica. Durante todo o show, os integrantes do grupo faziam questão de salientar o carinho ao Brasil, e, em meio a rumores de que o grupo acabaria, afirmaram diversas vezes que não vão se desfazer.

Fergie, a musa do grupo, ainda agradou ao prever, ao final de sua apresentação: “essa não é a última vez que vocês vão ver o Black Eyed Peas”.

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