Solange Almeida e Xand Avião têm bens bloqueados pela PF

Vocalistas do Aviões do Forró, Solange Almeida e Xand Avião tiveram bens bloqueados como resultado da primeira fase da operação “For All”, deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal. No total, foram bloqueados 163 imóveis, 38 veículos de pessoas físicas e 31 de pessoas jurídicas ligadas à empresa A3 Entretenimento

Vocalistas do Aviões do Forró, Solange Almeida e Xand Avião tiveram bens bloqueados como resultado da primeira fase da operação “For All”, deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal. No total, foram bloqueados 163 imóveis, 38 veículos de pessoas físicas e 31 de pessoas jurídicas ligadas à empresa A3 Entretenimento
Vocalistas do Aviões do Forró, Solange Almeida e Xand Avião tiveram bens bloqueados como resultado da primeira fase da operação “For All”, deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal. No total, foram bloqueados 163 imóveis, 38 veículos de pessoas físicas e 31 de pessoas jurídicas ligadas à empresa A3 Entretenimento (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - A deflagração da primeira fase da operação “For All”, deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal, resultou no bloqueio de 163 imóveis, 38 veículos de pessoas físicas e 31 de pessoas jurídicas ligadas à empresa A3 Entretenimento. Vocalistas da banda Aviões do Forró, Solange Almeida e Xand Avião, além dos empresários Isaías CDs e Carlinhos Aristides, tiverem bens bloqueados. 

Em coletiva de imprensa, a PF que as bandas de forró ligadas à A3 não declaravam o valor integral dos cachês no Imposto de Renda - apenas 20% ou 50% eram revelados à Receita e a outra parte era paga em dinheiro vivo às bandas. Outros valores também eram omitidos pelas bandas e pela empresa, que administra as bandas Aviões do Forró e Solteirões do Forró, duas das quatro envolvidas no caso.

"O que causou estranheza foi o que é divulgado e o que efetivamente vai para a declaração. Quando você cruza a quantidade de shows que é realizada por ano com o valor que eles cobram por cachê, a gente vê que é totalmente díspare do que eles informam oficialmente à Receita Federal. É uma diferença enorme", disse a delegada da PF, Doralucia Oliveira de Souza.

De acordo com a delegada, as investigações continuam e irão abranger outras empresas e outras bandas no Ceará.

Em nota oficial divulgada hoje, a assessoria de imprensa da banda informou que a agenda de shows será cumprida normalmente e que a "Aviões do Forró está à disposição da Polícia Federal e da Justiça e que colaborará com todos os questionamentos em relação à operação”.

(Com informações do jornal O Povo)

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