Startup cria aplicativo para combater o Aedes

Startup de prevenção e promoção da saúde Tá.Na.Hora firmou uma parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios, interior de Alagoas, para combater o mosquito Aedes Aegypti, que transmite o Zika Vírus, dengue e febre chicungunya; empresa desenvolveu sistema de tecnologia de informação, engajamento e monitoramento via mensagens de texto (SMS); mais de 2 mil habitantes receberão, sem nenhum custo, torpedos segmentados por bairros com direcionamentos para a eliminação de focos do mosquito; população também poderá interagir com os órgãos de saúde para relatar sintomas das doenças

www.brasil247.com - zika dengue aedes 
zika dengue aedes  (Foto: Paulo Emílio)


StartSe - A Tá.Na.Hora, startup de prevenção e promoção da saúde, inicia em fevereiro uma parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios (Alagoas) para combater o Aedes Aegypti. A tecnologia de informação, engajamento e monitoramento via mensagens SMS desenvolvida pela empresa tem o objetivo de envolver a população no combate ao mosquito transmissor do Zika Vírus, da dengue e da febre chicungunya, ampliando o poder de atuação da gestão pública municipal.

Em um piloto inicial, mais de 2 mil habitantes receberão em seus celulares, sem nenhum custo, torpedos segmentados por bairros com direcionamentos para eliminação de focos do mosquito.

Além disso, os moradores poderão reportar sintomas das doenças e enviar avisos diretamente para a Secretaria Municipal da Saúde (SMS). "Temos feito um trabalho de prevenção constante contra o Aedes Aegypti.

A inovação oferecida pela Tá.Na.Hora irá nos ajudar a estabelecer uma comunicação mais próxima e dinâmica com os municípios e melhorar as diversas estratégias que temos usado para proteger a população", afirma o Secretário de Saúde de Palmeira dos Índios, Glifson Magalhães.

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Segundo o Ministério da Saúde, o aumento dos casos de microcefalia está associado ao Zika Vírus. Por esse motivo, o programa terá um foco especial voltado ao acompanhamento de gestantes, principalmente para mulheres que estiverem nos três primeiros meses de gravidez, período de maior risco de infecção.

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Ainda de acordo com os últimos registros divulgados pelo Governo Federal no final de janeiro, somente na região Nordeste entre 2015 e 2016 foram notificados 3.607 casos da doença, com 12 óbitos por malformação congênita após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento espontâneo).

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O sistema de gestão populacional da Tá.Na.Hora é especializado na ciência do comportamento e engajamento, duas áreas fundamentais para que as medidas de prevenção de doenças e promoção da saúde consigam alcançar resultados positivos.

"Nossa plataforma é um instrumento de diálogo e nessa parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios iremos engajar a população com ações de proteção individual e comunitária. Esse será um programa pioneiro de vigilância epidemiológica para reduzir a densidade vetorial do Aedes Aegypti com o uso de comunicação via celular", explica o cofundador da Tá.Na.Hora, Juliano Froehner.

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