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Stédile nega aproximação do MST com o PSDB

Após uma reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, negou que o movimento esteja buscando uma aproximação com o PSDB; "Não existe aproximação. A relação do MST seja com governos municipais, estaduais e federal são sempre de autonomia", afirmou; ele disse ter ficado surpreso com a receptividade de Alckmin em relação à pauta apresentada durante o encontro; "O que nos surpreendeu, inclusive, foi que o Alckmin foi muito prudente. Em todos os pontos que colocamos, ele foi muito receptivo", disse 

Após uma reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, negou que o movimento esteja buscando uma aproximação com o PSDB; "Não existe aproximação. A relação do MST seja com governos municipais, estaduais e federal são sempre de autonomia", afirmou; ele disse ter ficado surpreso com a receptividade de Alckmin em relação à pauta apresentada durante o encontro; "O que nos surpreendeu, inclusive, foi que o Alckmin foi muito prudente. Em todos os pontos que colocamos, ele foi muito receptivo", disse  (Foto: Paulo Emílio)

247 - O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, disse que o movimento não está se aproximando do PSDB. Declaração foi feita após Stédile e outras lideranças do movimento participarem, nesta segunda-feira (28), de uma reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). "Não existe aproximação. A relação do MST seja com governos municipais, estaduais e federal são sempre de autonomia", afirmou.

Apesar da afirmação, Stédile disse ter ficado surpreso com a prudência e a receptividade de Alckmin em torno da pauta de reinvindicações apresentada pelo MST. "O que nos surpreendeu, inclusive, foi que o Alckmin foi muito prudente. Em todos os pontos que colocamos, ele foi muito receptivo", observou Stédile.

Segundo ele, o tucano promoveu uma "revolução do ponto de vista jurídico" ao encaminhar a Assembleia Legislativa um projeto que prevê que todos os assentados que receberam terras públicas pertencentes ao Estado tenham obrigatoriamente o título de concessão de uso com direito à herança.