STF mantém prisão do prefeito eleito de Osasco

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux considerou inviável e negou o pedido de seguimento do Habeas Corpus impetrado pela defesa do vereador Rogério Lins Wanderley (PTN), prefeito eleito de Osasco (SP); ação visava a revogação da prisão preventiva pela suspeita de que ele tenha praticado os crimes de organização criminosa e estelionato; Fux destacou em sua decisão um trecho da denúncia feita pelo Ministério Público de São Paulo onde ele é citado como envolvido em mais de 900 crimes de estelionato, praticados desde janeiro de 2009

Rogério Lins Wanderley (PTB), prefeito de Osasco
Rogério Lins Wanderley (PTB), prefeito de Osasco (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux considerou inviável e negou o pedido de seguimento do Habeas Corpus impetrado pela defesa do vereador Rogério Lins Wanderley (PTN), prefeito eleito de Osasco (SP). A ação visava a revogação da prisão preventiva pela suspeita de que ele tenha praticado os crimes de organização criminosa e estelionato.

Fux destacou em sua decisão um trecho da denúncia feita pelo Ministério Público de São Paulo onde ele é citado como envolvido em mais de 900 crimes de estelionato, praticados desde janeiro de 2009, 'tendo sob seu comando 14 funcionários fantasmas'.

Wanderley, que está preso na Penitenciária de Tremembé (SP), teve sua prisão decretada em 6 de dezembro, quando foi deflagrada a Operação Caça-Fantasmas, que prendeu 14 dos 21 vereadores de Osasco, pela suspeita de envolvimento na contratação de funcionários fantasmas. Segundo a Promotoria, os prejuízos aos cofres públicos chegaram a cerca de R$ 21 milhões.

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