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STF nega a Prisco direito de comandar sua campanha

Vereador continua impedido de comandar sua própria campanha para deputado estadual; ele teve negado pela segunda vez pedido liminar de relaxamento das restrições que lhe foram impostas pela 17ª Vara Federal; desta vez, a negativa foi do Supremo Tribunal Federal; "A luta continua. Vamos batalhar juridicamente para que as restrições sejam derrubadas"; Prisco é, segundo sua assessoria, o único candidato em território nacional que não poderá estar à frente da própria campanha; "Que democracia é essa?", questiona o tucano

Vereador continua impedido de comandar sua própria campanha para deputado estadual; ele teve negado pela segunda vez pedido liminar de relaxamento das restrições que lhe foram impostas pela 17ª Vara Federal; desta vez, a negativa foi do Supremo Tribunal Federal; "A luta continua. Vamos batalhar juridicamente para que as restrições sejam derrubadas"; Prisco é, segundo sua assessoria, o único candidato em território nacional que não poderá estar à frente da própria campanha; "Que democracia é essa?", questiona o tucano (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A menos de dois meses das eleições, o vereador Marco Prisco (PSDB) continua impedido de comandar sua própria campanha para deputado estadual. O tucano teve negado pela segunda vez pedido liminar de relaxamento das restrições que lhe foram impostas pela 17ª Vara Federal, em Brasília. Desta vez, a negativa foi do Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, o mérito do pedido será julgado pelo plenário do STF. "A luta continua. Vamos batalhar juridicamente para que as restrições sejam derrubadas", diz Prisco.

Com a decisão, por enquanto, o vereador é, segundo sua assessoria, o único candidato em território nacional que não poderá estar à frente da própria campanha na história deste país. "Que democracia é essa?", questiona o tucano.

"Ainda não posso deixar a capital baiana, apesar de concorrer a cargo que abrange todo território baiano; ainda não posso me reunir com policiais militares, categoria com a qual sempre batalhei por melhorias e por isso mesmo sofro perseguição política; ainda não posso discutir melhorias com as associações e entidades de defesa da categoria; tenho que me recolher sexta às 18 horas e só posso voltar a sair de casa na segunda de manhã e também não posso sair nos feriados", reclama Prisco.

Entenda o caso

Prisco foi preso no dia 18 de abril último em casa de veraneio no litoral norte da Bahia, em operação da Polícia Federal por liderar as greves da Polícia Militar de 2012 e de 2014. Ele ficou preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, até 30 de maio e foi solto com restrições como proibição de contato com diretores de associações, inclusive da Aspra, à qual pertence. Tucano também teve de pagara fiança de 30 salários mínimos (R$ 21.720).