Subprefeito de Doria é afastado por improbidade

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) afastou do cargo nesta quinta-feira o subprefeito da Sé, Eduardo Odloak, nomeado pelo prefeito João Doria (PSDB) na segunda (2); decisão do desembargador Magalhães Coelho atendeu a pedido de liminar feito pelo advogado Ricardo Nacle, que argumenta que Odloak não poderia ocupar um cargo público porque foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) afastou do cargo nesta quinta-feira o subprefeito da Sé, Eduardo Odloak, nomeado pelo prefeito João Doria (PSDB) na segunda (2); decisão do desembargador Magalhães Coelho atendeu a pedido de liminar feito pelo advogado Ricardo Nacle, que argumenta que Odloak não poderia ocupar um cargo público porque foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) afastou do cargo nesta quinta-feira o subprefeito da Sé, Eduardo Odloak, nomeado pelo prefeito João Doria (PSDB) na segunda (2); decisão do desembargador Magalhães Coelho atendeu a pedido de liminar feito pelo advogado Ricardo Nacle, que argumenta que Odloak não poderia ocupar um cargo público porque foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa (Foto: Romulo Faro)

SP 247 - O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) afastou do cargo nesta quinta-feira (5) o subprefeito da Sé, Eduardo Odloak, nomeado pelo prefeito João Doria (PSDB) na segunda (2).

Decisão do desembargador Magalhães Coelho atendeu a pedido de liminar feito pelo advogado Ricardo Nacle, que argumenta que Odloak não poderia ocupar um cargo público porque foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa, de acordo com publicação na coluna de Mônica Bergamo. 

"A probidade é condição absolutamente necessária e inafastável da boa administração pública, tudo a exigir o afastamento daquele que –condenado por improbidade administrativa– não reúne a condição exigida pela Constituição Federal e seus valores para o desempenho de cargo público", disse o desembargador na decisão.

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