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Susepe: ‘não há risco de catástrofe ou rebelião em presídios gaúchos’

A superintendente da Susepe, MarliAne Stock, relatou que recebeu diversos telefonemas de familiares de apenados preocupados com a situação que poderia ser gerada no interior dos presídios gaúchos em função da notícia sobre o término das horas extras dos agentes penitenciários; Sindicato dos Servidores Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs) divulgou comunicado interno enviado pelo diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal, Mario Luis Pelz, para a superintendente Marli Ane Stock, alertando que a suspensão do cumprimento de horas extras pelos servidores do sistema penitenciário poderia levar ao colapso do sistema prisional gaúcho

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A superintendente da Susepe, MarliAne Stock, relatou que recebeu diversos telefonemas de familiares de apenados preocupados com a situação que poderia ser gerada no interior dos presídios gaúchos em função da notícia sobre o término das horas extras dos agentes penitenciários; Sindicato dos Servidores Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs) divulgou comunicado interno enviado pelo diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal, Mario Luis Pelz, para a superintendente Marli Ane Stock, alertando que a suspensão do cumprimento de horas extras pelos servidores do sistema penitenciário poderia levar ao colapso do sistema prisional gaúcho (Foto: Leonardo Lucena)
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Marco Weissheimer, Sul 21 - A superintendente da Susepe, Marli Ane Stock, garantiu no final da tarde desta quinta-feira (2) que a população gaúcha pode ficar tranquila de que não há nenhum risco de ocorrer “qualquer tipo de catástrofe ou rebeliões em presídios do Estado do Rio Grande do Sul”. Em entrevista coletiva concedida na sede da Superintendência de Serviços Penitenciários, Ane Stock relatou que recebeu diversos telefonemas de familiares de apenados preocupados com a situação que poderia ser gerada no interior dos presídios gaúchos em função da notícia sobre o término das horas extras dos agentes penitenciários.

Na manhã desta quinta, o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Rio Grande do Sul (Amapergs) divulgou comunicado interno enviado pelo diretor do Departamento de Segurança e Execução Penal, Mario Luis Pelz, para a superintendente Marli Ane Stock, alertando que a suspensão do cumprimento de horas extras pelos servidores do sistema penitenciário poderia levar ao colapso do sistema prisional gaúcho.

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A superintendente anunciou que foi encaminhada à Secretaria da Fazenda no dia 31 de maio a solicitação de uma suplementação de R$ 4,8 milhões para o pagamento das horas extras dos servidores. “Hoje, foi autorizada pela Secretaria da Fazenda a liberação desse valor que será integralizado tão logo seja concluído o pagamento da folha de servidores do Estado, em função do parcelamento dos salários. Há o compromisso da Secretaria da Fazenda de que o pagamento das horas extras está garantido para os meses de maio e junho”.

Marli Ane Stock assinalou ainda que durante o primeiro semestre deste ano a Secretaria da Fazenda disponibilizou em torno de R$ 17 milhões para a Susepe, para o pagamento de horas extras, de modo que pudessem continuar o trabalho de movimentação de presos para audiências. “Esses valores, no ano passado, totalizaram R$ 25,2 milhões e em momento algum a Secretaria da Fazenda deixou de repassar esses recursos para a Susepe, apesar das dificuldades enfrentadas pelo governo do Estado”.

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Ainda segundo a superintendente, esse assunto já estava sendo encaminhado com a Fazenda e estava praticamente resolvido. “Me causou estranheza e é lamentável que documentos de rotinas internas interfiram em assuntos que para nós já estavam resolvidos. Não havia necessidade de divulgar tudo isso”, afirmou.

Cargos à disposição

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Questionada sobre o pedido de demissão de dez diretores de presídios gaúchos que colocaram seus cargos à disposição nesta quinta, a superintendente disse que estava sabendo disso pelos jornalistas. “Estou sabendo por vocês. Se é pelo problema do pagamento das horas extras, essa notícia já não se confirma, pois esse pagamento está confirmado tão logo seja integralizada a folha dos salários. Provavelmente, os cargos nem sejam desocupados em função da confirmação do pagamento das horas extras pela Secretaria da Fazenda”.

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