Taxa de desemprego fica estável em Salvador

A taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador (RMS) permaneceu relativamente estável em janeiro deste ano, passando de 16,9% da População Economicamente Ativa (PEA) para os atuais 17%; informações foram captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o Dieese; veja detalhes

A taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador (RMS) permaneceu relativamente estável em janeiro deste ano, passando de 16,9% da População Economicamente Ativa (PEA) para os atuais 17%; informações foram captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o Dieese; veja detalhes
A taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador (RMS) permaneceu relativamente estável em janeiro deste ano, passando de 16,9% da População Economicamente Ativa (PEA) para os atuais 17%; informações foram captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o Dieese; veja detalhes (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador (RMS) permaneceu relativamente estável em janeiro deste ano, passando de 16,9% da População Economicamente Ativa (PEA) para os atuais 17%.

Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto permaneceu em 12,4% e a de desemprego oculto passou de 4,5% para 4,6%. Informações foram captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com Dieese, Seade e Setre.

Contingente de desempregados no primeiro mês deste ano foi estimado em 321 mil pessoas, 6 mil a mais que no mês anterior. Resultado se deveu ao fato do acréscimo da PEA (22 mil pessoas) ter sido superior ao aumento do contingente de ocupados (16 mil).

No mês em análise, a taxa de participação – indicador que estabelece a proporção de pessoas com 10 anos ou mais presentes no mercado de trabalho como ocupadas ou desempregadas – aumentou de 59,1% para 59,7%.

Em janeiro, o contingente de ocupados apresentou acréscimo (1%), passando de 1.549 mil para 1.565 mil pessoas. Segundo os principais setores de atividade econômica analisados, houve crescimento no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (10 mil ou 3,3%) e no setor de serviços (8 mil ou 0,9%); relativa estabilidade na construção (1 mil ou 0,6%). Apenas a Indústria de transformação apresentou declínio no número de ocupados (3 mil ou 2,2%).

De acordo com o tipo de inserção ocupacional, o contingente de trabalhadores assalariados aumentou (22 mil ou 2,1%). O nível ocupacional cresceu no setor privado (21 mil ou 2,3%) e diminuiu no setor público (2 mil ou 1,3%).

No setor privado, foi verificado crescimento entre os trabalhadores com carteira assinada (14 mil ou 1,8%) e para aqueles sem carteira (7 mil ou 6,3%).

Registrou-se decréscimo no número de trabalhadores autônomos (6 mil ou 20%) e no de empregados domésticos (2 mil ou 1,6%), enquanto elevou-se o contingente do agregado outras posições ocupacionais, que inclui os empregadores, trabalhadores familiares, donos de negócio familiar, entre outros (2 mil ou 2,9%).

Em dezembro de 2013, o rendimento médio real aumentou tanto para os ocupados (2%), quanto para os assalariados (1,7%). Seus valores passaram a equivaler a R$ 1.208 e R$ 1.286, respectivamente.

Comportamento em 12 meses

Em relação a janeiro de 2013, a taxa de desemprego total diminuiu ligeiramente, ao passar de 17,3% para os atuais 17% da PEA. Esse resultado se deveu exclusivamente à taxa de desemprego oculto, que passou de 5,7% para 4,6%, já que a de desemprego aberto cresceu no período, passando de 11,6% para 12,4%.

No mesmo período, o contingente de desempregados diminuiu em 4 mil pessoas, devido ao aumento da ocupação em 10 mil pessoas e à relativa estabilidade da população economicamente ativa, cujo contingente evoluiu de 1.880 mil pessoas para 1.886 mil. A taxa de participação diminuiu de 60,6% para os atuais 59,7%.

Nos últimos 12 meses, o número de ocupados cresceu (10 mil pessoas ou 0,6%), passando de 1.555 mil pessoas para 1.565 mil. Entre os principais setores de atividade econômica analisados, o nível ocupacional aumentou na construção (12 mil ou 8,3%) e no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (9 mil ou 3%) e diminuiu na indústria de transformação (-5 mil ou -3,6%) e no setor de serviços (-6 mil ou -0,6%).

Segundo a posição na ocupação, nos últimos 12 meses, o emprego assalariado cresceu (19 mil ou 1,8%), devido ao aumento do emprego no setor privado (20 mil ou 2,2%), já que a ocupação se manteve praticamente inalterada no setor público (-1 mil ou -0,6%). No setor privado, registrou-se aumento no número de assalariados com carteira de trabalho assinada (22 mil ou 2,8%) e decréscimo daqueles sem carteira (-2 mil ou -1,7%).

Houve aumento no contingente do agregado outras posições ocupacionais, que incluem empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (9 mil ou 14,8%), relativa estabilidade no número de trabalhadores domésticos (1 mil ou 0,8%) e redução do contingente de autônomos (19 mil ou 6,1%).

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