TCE rejeita contas de João Paulo quando prefeito do Recife

O plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou as contas de 2005 João Paulo (PT), que na época era prefeito da cidade do Recife; decisão veio após um pedido realizado pelo Ministério Público de Contas pela rejeição das contas do ex-prefeito; segundo o recurso, em nenhum dos anos do segundo mandato de João Paulo como prefeito foi cumprido o repasse obrigatório de 25% para gastos com educação  

O plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou as contas de 2005 João Paulo (PT), que na época era prefeito da cidade do Recife; decisão veio após um pedido realizado pelo Ministério Público de Contas pela rejeição das contas do ex-prefeito; segundo o recurso, em nenhum dos anos do segundo mandato de João Paulo como prefeito foi cumprido o repasse obrigatório de 25% para gastos com educação
 
O plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou as contas de 2005 João Paulo (PT), que na época era prefeito da cidade do Recife; decisão veio após um pedido realizado pelo Ministério Público de Contas pela rejeição das contas do ex-prefeito; segundo o recurso, em nenhum dos anos do segundo mandato de João Paulo como prefeito foi cumprido o repasse obrigatório de 25% para gastos com educação   (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou as contas de 2005 João Paulo (PT), que na época era prefeito da cidade do Recife. Decisão veio após um pedido realizado pelo Ministério Público de Contas pela rejeição das contas do ex-prefeito. Segundo o recurso, em nenhum dos anos do segundo mandato de João Paulo como prefeito foi cumprido o repasse obrigatório de 25% para gastos com educação.

A defesa de João Paulo tentou que os gastos com estagiários e merenda escolar fossem incluídos como despesas obrigatórias na prestação de contas, o que não foi aceito pelo tribunal. Segundo o relator, Marcos Nóbrega, mesmo que estes gastos fossem incluídos a despesa somente chegaria a 22%. O recurso do Ministério Público de Contas foi aceito por quatro votos a três.

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