TCE-SP investiga obras da linha-5 do metrô

Corte investiga supostas irregularidades em pelo menos oito contratos de empreiteiras assinados pela Companhia Metropolitana de São Paulo (Metrô) desde 2008; irregularidades podem ser observadas já no primeiro contrato, que previa 58 serviços por R$ 131 cada e no ano seguinte apontava 997 serviços a custo de R$ 144, de acordo com orçamento aditivo; relator do caso, Antônio Roque Citadini, deu prazo de 60 dias para o Metrô explicar as diferenças de valores e serviços contratados; obras da linha-5 deveriam ser entregues em 2016, porém o governador Geraldo Alckmin adiou para 2019, junto com a estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela, que já soma 3 anos de atrasos

Corte investiga supostas irregularidades em pelo menos oito contratos de empreiteiras assinados pela Companhia Metropolitana de São Paulo (Metrô) desde 2008; irregularidades podem ser observadas já no primeiro contrato, que previa 58 serviços por R$ 131 cada e no ano seguinte apontava 997 serviços a custo de R$ 144, de acordo com orçamento aditivo; relator do caso, Antônio Roque Citadini, deu prazo de 60 dias para o Metrô explicar as diferenças de valores e serviços contratados; obras da linha-5 deveriam ser entregues em 2016, porém o governador Geraldo Alckmin adiou para 2019, junto com a estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela, que já soma 3 anos de atrasos
Corte investiga supostas irregularidades em pelo menos oito contratos de empreiteiras assinados pela Companhia Metropolitana de São Paulo (Metrô) desde 2008; irregularidades podem ser observadas já no primeiro contrato, que previa 58 serviços por R$ 131 cada e no ano seguinte apontava 997 serviços a custo de R$ 144, de acordo com orçamento aditivo; relator do caso, Antônio Roque Citadini, deu prazo de 60 dias para o Metrô explicar as diferenças de valores e serviços contratados; obras da linha-5 deveriam ser entregues em 2016, porém o governador Geraldo Alckmin adiou para 2019, junto com a estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela, que já soma 3 anos de atrasos (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) investiga supostas irregularidades em pelo menos oito contratos de empreiteiras assinados pela Companhia Metropolitana de São Paulo (Metrô) desde 2008. As irregularidades podem ser observadas já no primeiro contrato, que previa 58 serviços à cerca de R$ 131 cada e no ano seguinte apontava 997 serviços a custo de R$ 144, de acordo com orçamento aditivo.

O Metrô recebeu do relator do caso, Antônio Roque Citadini, o prazo de 60 dias para explicar as diferenças de valores e serviços contratados. A Companhia Metropolitana afirmou, em nota, que os aditivos correspondem às diretrizes da Lei de licitações (8666/93) e que prestará esclarecimentos ao Tribunal de Contas dentro dos próximos dois meses.

As obras da linha-5 deveriam ser entregues em 2016, porém o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, adiou a entrega para 2019, junto com a estação Vila Sônia, da Linha 4-Amarela, que já soma 3 anos de atrasos. De acordo com o Governo do Estado, as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, e Morumbi – que também tiveram inauguração adiada – só devem ficar prontas em 2017.

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