Teixeira: é assustador o uso eleitoral das instituições de Justiça

"O MP de São Paulo nunca investigou o envolvimento de Alckmin e Serra nos escândalos na Dersa e no Metrô de São Paulo. Bastou Haddad ser escolhido candidato a vice do Lula para iniciarem uma caçada com objetivo eleitoral. É assustador o uso eleitoral das instituições de Justiça", afirmou o deputado do PT-SP

Teixeira: é assustador o uso eleitoral das instituições de Justiça
Teixeira: é assustador o uso eleitoral das instituições de Justiça (Foto: Esq.: Lúcio Bernardo Jr. - Câmara / Dir.: Stuckert)

SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) bateu pesado na Justiça, após o Ministério Público de São Paulo ingressar com uma ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito e candidato a vice-presidente na chapa do PT, Fernando Haddad,  por suposto enriquecimento ilícito.

"O MP de São Paulo nunca investigou o envolvimento de Alckmin e Serra nos escândalos na Dersa e no Metrô de São Paulo. Bastou Haddad ser escolhido candidato a vice do Lula para iniciarem uma caçada com objetivo eleitoral. É assustador o uso eleitoral das instituições de Justiça", disse o parlamentar em sua conta no Twitter.

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, o MP afirmou que Haddad "tinha pleno domínio" sobre o pagamento de uma dívida de campanha da ordem de R$ 2,6 milhões, por parte da UTC Engenharia. A peça do MP apontou que seria referente a campanha dele à Prefeitura de São Paulo em 2012 e teria sido paga por meio de caixa 2.

Em nota, a assessoria do ex-prefeito afirmou que demonstrou com documentos que "todo o material gráfico produzido em sua campanha (a prefeito em 2012) foi declarado e que não havia razão para receber qualquer recurso não declarado da UTC".

Segundo a assessoria, a UTC "teve seus interesses confrontados logo nos primeiros dias da gestão Haddad na Prefeitura de São Paulo, principalmente com a suspensão da construção do túnel da Avenida Roberto Marinho, cuja obra mostrava indícios claros de sobrepreço".

A assessoria da UTC, de Ricardo Pessoa e de Walmir Pinheiro, informou que eles não iriam se manifestar sobre a ação de improbidade movida pelo Ministério Público paulista.

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