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Teixeira sugere a Dallagnol que entre na política

Em vídeo, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) comenta as críticas feitas pelo procurador da Lava Jato contra o Congresso e sugere a ele que "dispute uma eleição"; "Faça campanha de domingo a domingo. Viaje. Faça reuniões. Para o senhor então se candidatar e vir tentar melhorar o Congresso Nacional. Porque assim o senhor fará política partidária de maneira legítima. E não utilize o seu cargo e os seus privilégios para atacar a democracia brasileira", diz; assista

Em vídeo, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) comenta as críticas feitas pelo procurador da Lava Jato contra o Congresso e sugere a ele que "dispute uma eleição"; "Faça campanha de domingo a domingo. Viaje. Faça reuniões. Para o senhor então se candidatar e vir tentar melhorar o Congresso Nacional. Porque assim o senhor fará política partidária de maneira legítima. E não utilize o seu cargo e os seus privilégios para atacar a democracia brasileira", diz; assista (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 - O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) rebateu em vídeo declaração feita nesta segunda-feira 27 pelo procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato, de que o Congresso Nacional articula para enfraquecer o combate à corrupção no Brasil.

Para o deputado, Dallagnol "teve um rompante de estrelismo e mostrou sua natureza autoritária ao desferir uma crítica injusta ao Congresso Nacional. Esquece o sr. Dallagnol que o Congresso Nacional que aprovou a moderna legislação de combate à corrupção". O parlamentar se referia a legislação enviada ao Congresso nos governos Lula e Dilma.

Teixeira critica as medidas apresentadas pelo Ministério Público ao parlamento que formam o chamado pacote contra a corrupção e alfineta o procurador ao dizer que o que parece é que ele tem "um desejo imenso de fazer política".

"A minha sugestão é que o senhor dispute uma eleição. Faça campanha de domingo a domingo. Viaje. Faça reuniões. Para o senhor então se candidatar e vir tentar melhorar o Congresso Nacional. Porque assim o senhor fará política partidária de maneira legítima. E não utilize o seu cargo e os seus privilégios para atacar a democracia brasileira".