Temer avisa que governaria para empresariado
Durante palestra em evento organizado pelo ministro do STF Gilmar Mandes e tendo na plateia empresários como Paulo Skaf, da Fiesp, e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), o vice-presidente Michel Temer delineou como seria um eventual governo comandado por ele, caso o golpe contra a presidente Dilma Rousseff se concretizasse; para Temer, um governo deve dar prioridade à iniciativa privada; "O governo não é capaz por si próprio de agir sem os cidadãos, e as forças motrizes do desenvolvimento decorrem da conjugação do capital e do trabalho. Toda iniciativa governamental deve priorizar a iniciativa privada", disse
SP 247 - O vice-presidente Michel Temer (PMDB) participou nesta nesta sexta-feira, 11, de evento promovido pelo Instituto de Direito Público (IDP), a convite de seu coordenador científico, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
Para uma plateia de empresários como o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, autoridades como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Renato Nalini, Michel Temer deu o tom de como seria um eventual governo comandado por ele, caso se concretizasse o golpe contra a presidente Dilma Rousseff.
"O governo não é capaz por si próprio de agir sem os cidadãos, e as forças motrizes do desenvolvimento decorrem da conjugação do capital e do trabalho. Se estiverem harmonizados, colaboram com o País e com o governo, por isso toda iniciativa governamental deve priorizar a iniciativa privada", disse Temer.
"A ideia do Minha Casa, Minha Vida está ancorada no direito constitucional que garante a moradia e o Bolsa Família também, no direito constitucional que garante a alimentação", afirmou Temer. Para ele, é preciso agora iniciar uma nova fase, que denominou de "democracia da eficiência". Temer batizou a política liberal que defende, exposta no documento do PMDB chamado "A Ponte para o Futuro", de "democracia da eficiência."