Temer e Cunha devem vir ao TO em audiência sobre reforma política
A audiência pública da Assembleia Legislativa sobre a Reforma Política, que estava prevista para acontecer nesta esta segunda-feira, 27, foi adiada para o dia 11 de maio a pedido do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), e do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) que podem estar presentes na discussão; o relator da matéria na Câmara, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), está confirmado no evento; Eduardo Cunha quer votar matéria no plenário na última semana de maio; cresce na Casa o apoio ao modelo de votação chamado de "distrital misto", adotado na Alemanha. Nele, metade dos deputados é eleita pelo sistema distrital, onde o estado é dividido em distritos onde apenas um deputado pode ser eleito, e a outra metade é eleita por meio de uma lista partidária
Tocantins 247 - A audiência pública da Assembleia Legislativa sobre a Reforma Política, que estava prevista para acontecer nesta esta segunda-feira, 27, foi adiada para o dia 11 de maio a pedido do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), e do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) que podem estar presentes na discussão.
Por enquanto já está confirmado o relator da matéria, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), o deputado Esperidião Amim (PP-SC) e a deputada pelo PMDB do Tocantins, Josi Nunes.
Segundo o deputado estadual Nilton Franco (PMDB), autor do requerimento da audiência pública, a Casa de Leis está aguardando a confirmação de Cunha e Temer, mas há uma grande expectativa que eles estejam presentes na audiência. "Estamos convidando ainda diversas lideranças do Estado por entender que o tema é muito importante para toda a sociedade", afirmou.
Câmara vota projeto em maio
O projeto da Reforma Política deve ser votado no plenário da Câmara dos Deputados na última semana de maio. A data marcada pelo presidente Eduardo Cunha (PMDB). Até lá, entretanto, muitas questões terão que entrar em consenso. As mudanças mais profundas no sistema eleitoral e no financiamento de campanhas ainda estão sem acordo na comissão especial criada para esse debate.
Segundo os integrantes da comissão, apenas em temas considerados acessórios há maior consenso. Um exemplo é o fim das coligações partidárias para eleições proporcionais, ou seja, de deputados e vereadores.
Cresce na Casa o apoio ao modelo de votação chamado de "distrital misto", adotado na Alemanha. Nele, metade dos deputados é eleita pelo sistema distrital, onde o estado é dividido em distritos onde apenas um deputado pode ser eleito, e a outra metade é eleita por meio de uma lista partidária.
"O presidente Eduardo Cunha quer fechar a Câmara só para votar isso nesta semana. Se não deu uma coisa, vota outro modelo" afirmou o relator da reforma política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI). A Câmara quer mandar as mudanças para o Senado em junho. O esforço é para que tudo esteja aprovado antes de setembro, para valer para as próximas eleições municipais.