Thiago Peixoto organiza reação contra veto ao Uber

O deputado federal goiano Thiago Peixoto (PSD) usou as redes sociais para chamar a atenção da população sobre a possibilidade de votação, nesta semana, na Câmara dos Deputados, de Projeto de Lei que pretende proibir o uso do Uber e outros aplicativos no Brasil; proposta proibitiva do deputado petista Carlos Zarattini, que tem previsão de votação de pedido de urgência para o próximo dia 6, autoriza somente táxis a transportarem passageiros em veículos de passeio

thiago peixoto
thiago peixoto (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO) usou as redes sociais para chamar a atenção da população sobre a possibilidade de votação, nesta semana, na Câmara dos Deputados, de Projeto de Lei que pretende proibir o uso do Uber e outros aplicativos no Brasil.  A proposta proibitiva do deputado petista Carlos Zarattini, que tem previsão de votação de pedido de urgência para o próximo dia 6 (terça-feira), autoriza somente táxis a transportarem passageiros em veículos de passeio.

Thiago afirma que a ideia é proibir o direito de escolha do cidadão em suas opções de mobilidade. O parlamentar goiano avisa que a proposta proíbe a inovação e favorece o corporativismo. Ele conclama aqueles que defendem a economia digital a não aceitar que o retrocesso se instale.

“Vai começar com o Uber e daqui a pouco eles vão querer nos proibir de muitas coisas”, alerta o parlamentar. Ele sugere que as pessoas que defendem a permanência do Uber e outros aplicativos no mercado a se mobilizarem e procurarem os deputados federais de suas cidades e estados para colocar essa posição. “O corporativismo não pode vencer a inovação”, frisou.

O pedido de urgência do PL de Zarattini chegou a ser incluído na pauta no mês passado, mas, após Thiago Peixoto alertar sobre o risco, os líderes decidiram retirar o tema da votação. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou, então, a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para analisar o tema. O colegiado foi criado e os deputados que defendem os taxistas são maioria no GT (13 ou 14 parlamentares).

É o relatório preparado por este GT que será levado a plenário para análise do pedido de urgência. Caso o regime seja aprovado, isso quer dizer que um relatório pode ser feito em plenário e votado sem que tenha necessidade de tramitar pelas comissões temáticas.

 

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