"Tomar comando do PTB de Amorim serve para baixar a crista da arrogância"

Quem faz esta declaração é o deputado federal Almeida Lima, novo presidente da sigla em Sergipe; “Eu já me sentia afastado do PPS, o que era do conhecimento de companheiros deputados do PTB. Por sua vez ficou patente a insatisfação do PTB com o tratamento de “sigla de aluguel” que deram ao partido aqui em Sergipe. Confessaram-me que não era esse o papel que desejavam para o partido: uma sigla sem quadros, sem representação popular, sem candidaturas, sem projeto”, afirma

"Tomar comando do PTB de Amorim serve para baixar a crista da arrogância"
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Sergipe 247 – Retirar o comando do PTB das mãos de Edivan Amorim “tem servido para baixar a crista da arrogância, o penacho da soberba, a aparência de dono do mundo e de que o dinheiro compra todas as consciências, ou de que, na política, todos se vendem”. Quem faz esta avaliação é o deputado federal Almeida Lima, novo responsável pela sigla em Sergipe, em entrevista ao Jornal do Dia.

Segundo ele, a mudança de comando do PTB ocorreu por um “entendimento político relativamente simples”, por “convergência de interesses”. “Eu já me sentia afastado do PPS, o que era do conhecimento de companheiros deputados do PTB. Por sua vez ficou patente a insatisfação do PTB com o tratamento de “sigla de aluguel” que deram ao partido aqui em Sergipe. Confessaram-me que não era esse o papel que desejavam para o partido: uma sigla sem quadros, sem representação popular, sem candidaturas, sem projeto”, afirma.

Na entrevista ao JD, Almeida Lima ainda ressalta que o alinhamento do PTB ao Governo do PT-PMDB em Sergipe não é automático, mas diz que “caminha a passos largos para isso”. “A minha reaproximação de Jackson e vice-versa é um fator alvissareiro, promissor para a política de Sergipe”, frisa, sem qualquer modéstia, como lhe é peculiar.

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