Trabalhadores em transporte podem parar contra reforma da Previdência

Trabalhadores no setor de transporte urbano em São Paulo reafirmam disposição de parar no próximo dia 19, caso o governo ponha em votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de "reforma" da Previdência; centrais sindicais marcaram para aquela data um dia nacional de luta, com protestos e paralisações; "Não vamos ficar correndo atrás do calendário deles. Vamos parar todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Não só o transporte. Vamos parar servidores públicos, professores, metalúrgicos, todos", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas

Trabalhadores no setor de transporte urbano em São Paulo reafirmam disposição de parar no próximo dia 19, caso o governo ponha em votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de "reforma" da Previdência; centrais sindicais marcaram para aquela data um dia nacional de luta, com protestos e paralisações; "Não vamos ficar correndo atrás do calendário deles. Vamos parar todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Não só o transporte. Vamos parar servidores públicos, professores, metalúrgicos, todos", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas
Trabalhadores no setor de transporte urbano em São Paulo reafirmam disposição de parar no próximo dia 19, caso o governo ponha em votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de "reforma" da Previdência; centrais sindicais marcaram para aquela data um dia nacional de luta, com protestos e paralisações; "Não vamos ficar correndo atrás do calendário deles. Vamos parar todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Não só o transporte. Vamos parar servidores públicos, professores, metalúrgicos, todos", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas (Foto: Aquiles Lins)

Rede Brasil Atual - Trabalhadores no setor de transporte urbano em São Paulo reafirmam disposição de parar no próximo dia 19 caso o governo ponha em votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, de "reforma" da Previdência Social. A decisão saiu em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (7) na quadra do Sindicato dos Bancários, na região central da capital paulista. As centrais sindicais marcaram para aquela data um dia nacional de luta, com protestos e paralisações.

"Dia 19 é greve nacional no Brasil inteiro contra a reforma da Previdência", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas. "Não sei se eles vão votar no dia 19, 20 ou 21. Mas não vamos ficar correndo atrás do calendário deles. Vamos parar todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Não só o transporte. Vamos parar servidores públicos, professores, metalúrgicos, todos."

"Essa reforma da Previdência quer acabar de vez com nossos direitos", declarou o presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SindMotoristas), Valdevan Noventa. A entidade é filiada à UGT. Nova plenária deverá ser realizada na sexta-feira da semana que vem (16), para discutir a possível paralisação. Em dezembro, a categoria já havia manifestado disposição de parar caso a PEC fosse votada.

Com rejeição crescente ao tema, o governo não consegue reunir o número de votos necessários para a aprovação da PEC. Hoje, representantes de centrais sindicais pediram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tire o tema da pauta, para discussão durante a campanha eleitoral. O relator da proposta, deputado Arthur Maia (PPS-BA), falou em novas alterações no texto para conseguir mais apoios.

Confira a mensagem do presidente da CUT durante a na assembleia:

 

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