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Trabalhadores se acorrentam em protesto na Câmara de Salvador

Em campanha salarial, trabalhadores terceirizados do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana da Bahia (Sindilimp) se acorrentaram ontem (3) ao prédio da Câmara Municipal de Salvador, em protesto contra o 'reajuste 0%' proposto pela prefeitura; a coordenadora do Sindilimp-BA, Ana Angélica Rabello, diz que a situação está cada vez mais complicada e os profissionais continuam aguardando uma resolução; "É uma verdadeira humilhação à categoria o reajuste 0% e sem nenhum diálogo", afirma Ana Angélica

Em campanha salarial, trabalhadores terceirizados do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana da Bahia (Sindilimp) se acorrentaram ontem (3) ao prédio da Câmara Municipal de Salvador, em protesto contra o 'reajuste 0%' proposto pela prefeitura; a coordenadora do Sindilimp-BA, Ana Angélica Rabello, diz que a situação está cada vez mais complicada e os profissionais continuam aguardando uma resolução; "É uma verdadeira humilhação à categoria o reajuste 0% e sem nenhum diálogo", afirma Ana Angélica (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Em campanha salarial, trabalhadores terceirizados do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana da Bahia (Sindilimp-BA) se acorrentaram ontem (3) ao prédio da Câmara Municipal de Salvador, em protesto contra o 'reajuste 0%' proposto pela prefeitura.

A coordenadora geral do Sindilimp-BA, sindicato que representa a categoria, Ana Angélica Rabello, diz que a situação está cada vez mais complicada e os profissionais continuam aguardando uma resolução.

"É uma verdadeira humilhação à categoria o reajuste 0% e sem nenhum diálogo. Somos pais e mães de família, que exercemos dignamente nossas profissões e que lutamos pela sobrevivência. O acorrentamento dos nossos trabalhadores foi uma medida extrema, porque estamos verdadeiramente cansados dessa arbitrariedade", afirma Ana Angélica Rabello.

Ainda de acordo com a coordenadora, mais manifestações serão realizadas pela categoria. "Continuaremos cada vez mais unidos e mais fortes para conseguir o nosso objetivo", completa.

Os trabalhadores também ocuparam o plenário da Câmara e foram ouvidos pelos vereadores. De acordo com o líder do PT na Casa, vereador Luiz Carlos Suíca, a ação é legítima.

"Precisamos urgentemente reconhecer a atuação dos profissionais terceirizados. Fora essa questão do reajuste zero da prefeitura, as empresas irregulares continuam prestando serviço e massacrando os trabalhadores. O protesto é a arma legítima para se tratar essas questões", frisa Suíca.