Tradicional Festival de Lençóis pode ser cancelado

Enquanto aumentavam as expectativas dos amantes da boa música pela edição 2017 do Festival de Lençóis, cidade da Chapada Diamantina, uma notícia tem deixado muita gente preocupada; as datas do festival, que aconteceria entre os dias 12 e 15 de outubro, foram prorrogadas para 17 e 18 de novembro; e o evento pode até não acontecer; o motivo é a incerteza sobre os R$ 500 mil necessários para realização da festa

Enquanto aumentavam as expectativas dos amantes da boa música pela edição 2017 do Festival de Lençóis, cidade da Chapada Diamantina, uma notícia tem deixado muita gente preocupada; as datas do festival, que aconteceria entre os dias 12 e 15 de outubro, foram prorrogadas para 17 e 18 de novembro; e o evento pode até não acontecer; o motivo é a incerteza sobre os R$ 500 mil necessários para realização da festa
Enquanto aumentavam as expectativas dos amantes da boa música pela edição 2017 do Festival de Lençóis, cidade da Chapada Diamantina, uma notícia tem deixado muita gente preocupada; as datas do festival, que aconteceria entre os dias 12 e 15 de outubro, foram prorrogadas para 17 e 18 de novembro; e o evento pode até não acontecer; o motivo é a incerteza sobre os R$ 500 mil necessários para realização da festa (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Enquanto aumentavam as expectativas dos amantes da boa música pela edição 2017 do Festival de Lençóis, cidade da Chapada Diamantina, uma notícia tem deixado muita gente preocupada. As datas do festival, que aconteceria entre os dias 12 e 15 de outubro, foram prorrogadas para 17 e 18 de novembro.

Segundo Anselmo Cavalcante, integrante da produção do evento, a mudança se deve à indefinição de pagamento do patrocinador oficial, e que manteve até então a assiduidade do Festival de Lençóis, o governo estadual. A dúvida não para na definição da data. É que a possibilidade de cancelamento do festival é iminente, justamente por falta de apoio. De acordo com o produtor, o governo do Estado afirma não ter o recurso suficiente para a realização do evento, orçado em R$500 mil.

"Desde o início quem bancou foi o estado. É uma ação de fomentação para o turismo, mas com essa dificuldade toda do país. A Petrobras, por exemplo, não participa mais, não tem mais recursos para isso. A Chesf também", contou Cavalcante ao Jornal da Chapada. E a mudança para um formato "fechado", pago, não é de interesse dos organizadores, uma vez que sempre foi uma espécie de ação social, além de turística. A data escolhida para novembro é a última para que possa acontecer este ano.

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