Trump sugere que times da NFL demitam atletas por protesto contra racismo

A metralhadora de críticas de Donald Trump agora se voltou contra os jogadores da NFL, a liga de futebol americano dos EUA: o presidente dos EUA sugeriu que as franquias que protestem contra o racismo se recusando a ficar de pé durante a execução do hino dos EUA antes das partidas; "O o dono de franquia que fizer isso será a pessoa mais popular no nosso país", disse Trump; o comissário da NFL, Roger Goodell, respondeu Trump duramente: "Comentários segregadores como esses demonstram uma infeliz falta de respeito com a liga e incapacidade de entender a força de nossos clubes e atletas nas nossas comunidades", declarou Goodell

A metralhadora de críticas de Donald Trump agora se voltou contra os jogadores da NFL, a liga de futebol americano dos EUA: o presidente dos EUA sugeriu que as franquias que protestem contra o racismo se recusando a ficar de pé durante a execução do hino dos EUA antes das partidas; "O o dono de franquia que fizer isso será a pessoa mais popular no nosso país", disse Trump; o comissário da NFL, Roger Goodell, respondeu Trump duramente: "Comentários segregadores como esses demonstram uma infeliz falta de respeito com a liga e incapacidade de entender a força de nossos clubes e atletas nas nossas comunidades", declarou Goodell
A metralhadora de críticas de Donald Trump agora se voltou contra os jogadores da NFL, a liga de futebol americano dos EUA: o presidente dos EUA sugeriu que as franquias que protestem contra o racismo se recusando a ficar de pé durante a execução do hino dos EUA antes das partidas; "O o dono de franquia que fizer isso será a pessoa mais popular no nosso país", disse Trump; o comissário da NFL, Roger Goodell, respondeu Trump duramente: "Comentários segregadores como esses demonstram uma infeliz falta de respeito com a liga e incapacidade de entender a força de nossos clubes e atletas nas nossas comunidades", declarou Goodell (Foto: Charles Nisz)

247 - Os jogadores da NFL, a liga de futebol americano dos EUA, são os mais novos alvos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em evento na noite de sexta-feira (22), Trump sugeriu que os donos das franquias da NFL demitam os atletas que se recusem a ficar de pé para a execução do hino nacional antes das partidas.

Desde a temporada de 2016, a execução do hino tem sido plataforma de uma campanha de consciência social. O precursor do movimento foi o ex-quarterback do San Francisco 49ers Colin Kaepernick (foto). Para protestar contra a injustiça racial e a brutalidade da polícia americana contra cidadãos negros, o jogador se ajoelhou na hora da execução do hino. Vários atletas repetiram a atitude em outras partidas da liga.

"Você não amaria ver um dos donos de time na NFL, quando alguém desrespeita a nossa bandeira, dizer: 'Tira esse filho da mãe do campo agora. Fora. Ele está demitido'?, provocou o presidente dos EUA em um evento no Alabama. Eles não sabem ainda, mas o dono de franquia que fizer isso será a pessoa mais popular no nosso país.

Não foi a única crítica de Trump ao futebol americano. O presidente americano disse que os números de audiência da NFL têm caído por causa das mudanças que visam tornar o esporte menos violento. Ao jornal "The Guardian", Roger Goodell, comissário da NFL, respondeu às palavras do governante.

"O melhor que a NFL e nossos jogadores fazem é ajudar a criar um senso de unidade no nosso país e na nossa cultura. Comentários segregadores como esses demonstram uma infeliz falta de respeito com a liga, o esporte e todos os nossos jogadores e a incapacidade de entender a força de nossos clubes e atletas nas nossas comunidades", declarou Goodell.

 

 

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