‘TSE, MPF e PGR: até quando a apologia à tortura serão toleradas por vocês?’

Deputada Maria do Rosário (PT-RS) repudiou a iniciativa do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSL) de postar no Instagram imagem de um homem com um saco plástico na cabeça, ensaguentado e no peito a hashtag #elenão; "TSE, MPF e PGR: até quando a apologia à tortura e aos torturadores serão toleradas por vcs? Não basta os fascínoras de 64 estarem impunes, os canalhas de hj continuarão a usar a violência?", questionou a parlamentar

‘TSE, MPF e PGR: até quando a apologia à tortura serão toleradas por vocês?’
‘TSE, MPF e PGR: até quando a apologia à tortura serão toleradas por vocês?’ (Foto: Esq.: Lúcio Bernardo Jr. - Câmara / Dir.: em cima (Caio César - CMRJ))

Rio Grande do Sul 247 - A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) repudiou a iniciativa do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSL). O filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) fez apologia à tortura nas redes sociais, ao postar no Instagram imagem de um homem com um saco plástico na cabeça, ensaguentado e com a boca aberta, e no peito a hashtag #elenão.

De acordo com a parlamentar, "a simulação de tortura divulgada pelo filho do ódio". TSE, MPF e PGR: até quando a apologia à tortura e aos torturadores serão toleradas por vcs? Não basta os fascínoras de 64 estarem impunes, os canalhas de hj continuarão a usar a violência? #EleNão ! Com todas as forças!", afirmou a congressista em sua conta no Twitter.

A família de Bolsonaro vem sendo cada vez mais repudiada, especialmente por mulheres, após algumas recenes declarações polêmicas. O vice de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PRTB), afirmar que o narcotráfico recruta jovens de famílias pobres "sem avô e pai, mas com avó e mãe". "A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas sim mãe e avó. Por isso, é uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narco-quadrilhas", disse Mourão.

O próprio Bolsonaro também já disse: "eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher". A declaração foi concedida em palestra na Hebraica, no Rio de Janeiro, em abril do ano passado.

Em 2014, o parlamentar disse que não estupraria a colega Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. "Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece", afirmou o congressista, após a parlamentar defender vítimas da Ditadura Militar (1964-1985).

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