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TWB vive num mundo "fictício"

Ao tomar conhecimento de que a concessionária que explora o sistema ferry boat de Salvador ameaçou cobrar uma suposta multa de R$ 196,3 milhões do Estado, caso o contrato seja desfeito, o secretário de Infraestrutura (Seinfra) e vice-governador Otto Alencar (PSD) reagiu: "A situação financeira da TWB encontra-se deteriorada e a empresa não tem condição de manter um serviço digno, pois já no início da operação do sistema não fez o aporte necessário e obrigatório, no valor de R$ 26 milhões, aportando apenas, em moeda corrente, R$ 24 mil, alavancando as operações com alto risco financeiro"

TWB vive num mundo "fictício" (Foto: Divulgação)
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Bahia 247

Mais um capítulo da guerra Governo da Bahia X TWB. Ao tomar conhecimento de que a concessionária que explora o sistema ferry boat de Salvador (ligando a capital à Ilha de Itaparica) ameaçou cobrar uma suposta multa de R$ 196,3 milhões do Estado, caso o contrato seja desfeito, o secretário de Infraestrutura (Seinfra) e vice-governador Otto Alencar (PSD) reagiu e disse que é a TWB quem deve.

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"O governo da Bahia não tem nenhuma indenização astronômica a pagar à TWB. Hoje em dia, a TWB deve ao Estado uma quantia considerável. Ao final do processo de caducidade do contrato de concessão, caso venha a ser decretado, haverá a cobrança, por parte do Estado, do que lhe é devido", disse Otto.

O vice-governador respondeu também à afirmação do presidente da TWB, Reinaldo Pinto, de que o povo baiano teria "prejuízo". Segundo ele, a população tem o que temer, pois o serviço nunca foi de qualidade. "O diretor da TWB deveria encarar a realidade e não viver no mundo fictício por ele criado, onde a empresa presta relevantes serviços à sociedade e é perseguida pelo Estado".

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Otto Alencar afirma ainda que a concessionária deve R$ 6 milhões de multas, R$ 560 mil de taxa de fiscalização, indenização pelo naufrágio da balsa Bartir, estimada em torno de R$ 1,5 milhão, além de receitas acessórias que estão sendo calculadas pela fiscalização da Agerba.

"A situação financeira da TWB encontra-se deteriorada e a empresa não tem condição de manter um serviço digno, pois já no início da operação do sistema não fez o aporte necessário e obrigatório, no valor de R$ 26 milhões, aportando apenas, em moeda corrente, R$ 24 mil, alavancando as operações com alto risco financeiro. (...).

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Se a TWB persistir no contrato, o que penso ser pouco provável, e permanecendo a empresa operando no nível que vem sendo praticado, estamos na iminência de uma tragédia anunciada, o que a Agerba e o governo do Estado jamais permitirão que aconteça", o vice-governador em comunicado oficial.

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