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UFMG retoma atividades após 79 dias em greve

Apesar do retorno dos professores ao trabalho, técnicos e servidores administrativos da UFMG continuam em greve por tempo indeterminado. A reivindicação é por melhorias dentro da universidade; eles são contrários à implantação do ponto biométrico e pedem reformulação na carga horária de trabalho para o turno de seis horas

UFMG retoma atividades após 79 dias em greve (Foto: Divulgação)
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Minas 247

Os professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decidiram nesta quarta-feira (5) pôr fim à greve que durou 79 dias. Em algumas faculdades as aulas já foram retomadas nesta quinta. A maioria, contudo, só deve voltar a funcionar depois de regularizar o calendário, que será discutido com a reitoria.

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A expectativa é a de que o período letivo deste semestre se estenda a 2013. "As aulas já podem se iniciar imediatamente. Alguns cursos como os da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) já retornaram. E os da Engenharia e Ciências Exatas devem ser os próximos", afirmou o reitor da UFMG, Clélio Campolina.

O cronograma terá que ser refeito e as aulas deste semestre poderão seguir até fevereiro em alguns cursos. "Cada curso terá um calendário diferente. Dez por cento deles não terminaram as aulas do semestre passado e, então, poderão ir até janeiro ou fevereiro. Nos demais, a esperança é a de terminar tudo ainda neste ano", explicou o reitor.

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O comando de greve afirma que a paralisação teve fim por conta da falta de negociação com o governo federal. "Eles estavam irredutíveis, então a nossa mobilização acabou perdendo força. Tentaremos, contudo, um diálogo com o Legislativo para tentar mudar o texto que foi encaminhado ao Congresso", disse o vice-presidente do Sindicato dos Professores de Universidades Federais (APUBH), Giovanne Azevedo.

Apesar do retorno dos professores ao trabalho, técnicos e servidores administrativos da UFMG continuam em greve por tempo indeterminado. A reivindicação é por melhorias dentro da universidade. Os profissionais são contrários à implantação do ponto biométrico na instituição e pedem reformulação na carga horária de trabalho para o turno de seis horas.

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