Unânime, Câmara aprova novo organograma da saúde
Trinta vereadores presentes votaram a favor do projeto, que cria 31 cargos comissionados de Direção e Assessoramento Superior (DAS) e mais 131 funções gratificadas de Direção e Assessoramento Intermediário (DAI); secretário Fernando Machado garante, porém, que são funções privativas a servidores efetivos
Goiás247_ Descentralizar os serviços e aproximar ainda mais a saúde pública da população de Goiânia. Esse é uma das intenções do projeto de Lei Complementar 4/2013, de iniciativa do Executivo Municipal, que reformula todo o organograma da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia. Quem garante são os gestores, que acompanharam nas galerias da casa, a votação do projeto, aprovado esta semana após longa sessão que também votou o Plano Diretor de Goiânia.
O Secretário Municipal de Saúde de Goiânia, Fernando Machado comemorou a aprovação do projeto como uma conquista que ele considera ser da população. É que na avaliação do titular da pasta, a reformulação vai reduzir gargalos e amenizar muitos problemas da rede municipal. “Foi um projeto muito debatido e um processo transparente e responsável. Agradecemos por este voto de confiança dos nossos vereadores”, declarou o secretário.
O diretor de Atenção à Saúde, Sandro Rodrigues também comemora a conquista da pasta e lembra que o último organograma da saúde em Goiânia foi alterado há 15 anos. “Nesta época não tínhamos nenhuma unidade 24 horas, hoje temos 18”. Ele cita também a rede de saúde mental, que também não existia e hoje está se ampliando. “Um Distrito Sanitário da Secretaria Municipal de Saúde movimenta recursos e envolve pessoas em número equivalente a uma cidade de médio porte. Temos sete deles em funcionamento”, reforça Sandro.
O secretário Fernando Machado esteve na Casa por duas vezes para tirar dúvidas e explicar detalhes do projeto aos vereadores. O último encontro do secretário e toda as diretorias da SMS ocorreu na sala das Comissões, quando foram esclarecidas todas as dúvidas a cerca da nova Estrutura organizacional da pasta.
A preocupação inicial de alguns vereadores era com impacto financeiro e a criação de novos cargos. O projeto cria 31 cargos comissionados de Direção e Assessoramento Superior (DAS) e mais 131 funções gratificadas de Direção e Assessoramento Intermediário (DAI), que são privativas a servidores efetivos. Os demais cargos já pertencem aos quadros da SMS. O novo organograma também não prejudica os concursados porque os cargos são restritos à gestão.