Vagner Freitas diz que, após reformas, haverá mais ocupações

Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, as ocupações como a ocorrida em São Bernardo do Campo se tornarão frequentes no governo Temer; "Com as políticas desse governo, milhares de trabalhadores vão ter de ocupar diversos terrenos pelo Brasil. Essa reforma trabalhista destrói o emprego, acaba com a CLT, mas nós não vamos permitir", afirmou

Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, as ocupações como a ocorrida em São Bernardo do Campo se tornarão frequentes no governo Temer; "Com as políticas desse governo, milhares de trabalhadores vão ter de ocupar diversos terrenos pelo Brasil. Essa reforma trabalhista destrói o emprego, acaba com a CLT, mas nós não vamos permitir", afirmou
Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, as ocupações como a ocorrida em São Bernardo do Campo se tornarão frequentes no governo Temer; "Com as políticas desse governo, milhares de trabalhadores vão ter de ocupar diversos terrenos pelo Brasil. Essa reforma trabalhista destrói o emprego, acaba com a CLT, mas nós não vamos permitir", afirmou (Foto: Charles Nisz)

Rede Brasil Atual - O presidente da CUT, Vagner Freitas, esteve neste domingo (8) na ocupação Povo Sem Medo, em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista. Em solidariedade às 7 mil famílias acampadas no terreno, ele afirmou que a resistência dos sem-teto não se restringe a quem está ali.

"O trabalhador tem que defender a ocupação. As pessoas, mesmo quando estão empregadas, não têm dinheiro para pagar o aluguel. Aqui tem ex-bancário, ex-metalúrgico, ex-trabalhador do comércio, e tem quem está empregado mas veio pra ocupação porque ganha 'xis' por mês e o aluguel consome 90%", disse o dirigente sindical.

Vagner também debateu com os sem terra a questão do trabalho e denunciou a reforma trabalhista de Temer. "Com as políticas desse governo, milhares de trabalhadores vão ter de ocupar diversos terrenos pelo Brasil. Essa reforma trabalhista destrói o emprego, acaba com a CLT, mas nós não vamos permitir", afirmou.

No último dia 2, a 20ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) suspendeu a reintegração de posse do terreno, ocupado desde 1º de setembro. O acampamento ocupa uma área abandonada há mais de 30 anos, no bairro Planalto.

 

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