Valente critica gastos com propaganda da reforma da previdência: uma vergonha

O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) criticou os gastos do governo Michel Temer em propaganda da Reforma da Previdência; "Vergonha! Governo Temer gastou R$ 110 milhões em propaganda de reforma da Previdência fracassada. Tentou convencer o povo na marra que retirar direitos seria bom p/ o próprio povo"

O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) criticou os gastos do governo Michel Temer em propaganda da Reforma da Previdência; "Vergonha! Governo Temer gastou R$ 110 milhões em propaganda de reforma da Previdência fracassada. Tentou convencer o povo na marra que retirar direitos seria bom p/ o próprio povo"
O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) criticou os gastos do governo Michel Temer em propaganda da Reforma da Previdência; "Vergonha! Governo Temer gastou R$ 110 milhões em propaganda de reforma da Previdência fracassada. Tentou convencer o povo na marra que retirar direitos seria bom p/ o próprio povo" (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) criticou os gastos do governo Michel Temer em propaganda da Reforma da Previdência, que a gestão encontra dificuldades para fazer sair sair do papel.

"Vergonha! Governo Temer gastou R$ 110 milhões em propaganda de reforma da Previdência fracassada. Tentou convencer o povo na marra que retirar direitos seria bom p/ o próprio povo. A tentativa de reforma terminou com forte rejeição popular e o medo do governo de perder a votação", disse o parlamentar em sua conta no Twitter.

"Quem de fato ganhou com a propaganda da Reforma da Previdência? Os pagamentos mais altos foram feitos a emissoras de TV. Os três principais canais, Globo, Record e SBT, respectivamente, receberam mais de R$ 58 milhões juntos, equivalente a 86% dos R$ 66,9 milhões gastos apenas com TV", acrescentou.

A reforma da previdência é rejeitada pela ampla maioria da população, de acordo com pesquisas oficiais. O governo tentou colocá-la em votação no começo do ano, mas não teve sucesso. O ano eleitoral deixa o executivo ainda com mais dificuldades de articulações para que o projeto seja apreciado. 

 

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