HOME > Geral

Veja: Gabrielli fez gestão "desastrosa" na Petrobras

Nota da coluna Radar Online, de Lauro Jardim, diz que a presidente da Petrobras, Graça Foster, "paga o preço" de ter sucedido o atual secretário de Planejamento do Estado da Bahia, José Sérgio Gabrielli; série de notícias negativas já estaria deixando petistas preocupados por conta de o ex-todo-poderoso ser um dos nomes do partido para tentar a sucessão do governador Jaques Wagner em 2014

Veja: Gabrielli fez gestão "desastrosa" na Petrobras (Foto: Divulgação)

Romulo Faro - Bahia 247

Por mais que o secretário de Planejamento do Estado, José Sérgio Gabrielli, tente fazer de conta que nada o atinge sobre seu passado como presidente da Petrobras (nos oito anos de governo do ex-presidente Lula), a imprensa não cessa a retrospectiva negativa de sua gestão.

Sempre que questionado sobre a estatal, o petista afirma que não fala mais sobre a empresa e que quem o faz é a própria organização. Foi assim recentemente quando questionado pelo Bahia 247 sobre a compra de uma refinaria em Pasadena, nos Estados Unidos, que, aparentemente, deu prejuízo à estatal.

"A orientação do secretário é que ele não vai falar com a imprensa sobre nada da Petrobras. Ele fala de qualquer outro assunto, mas da Petrobras, não. O secretário disse que quem fala pela Petrobras é a Petrobras". Foi o que disse ao 247 a assessoria de Gabrielli (veja aqui).

Mas, como dito acima, as notícias negativas não cessam. Nesta quinta-feira (7) o colunista Lauro Jardim, da Veja, disse que a atual presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, sofre os males da "herança maldita" deixada por Gabrielli.

Entre os petistas, em nível nacional, inclusive, há temor de que o eleitor baiano preste mais atenção no ex-todo-poderoso, o que poderia inviabilizar a possibilidade de sua candidatura à sucessão do governador Jaques Wagner. Gabrielli, até então, é o candidato de Lula ao Governo da Bahia.

Abaixo a nota de Lauro.

Herança maldita

Constatação: a defasagem no preço da gasolina é uma tragédia para a Petrobras, mas o fato é que Graça Foster ainda paga o preço de ter sucedido José Sérgio Gabrielli, protagonista de uma gestão desastrosa para a estatal.

Por Lauro Jardim